1.7.07

Dia 13 de Julho NATUREZA MORTA em Aljustrel



Chamada de atenção para uma das sessões de cinema documental (promove C.M. Aljustrel) ao ar livre no próximo dia 13 de Julho (sexta-feira), pelas 22,00 horas, no pátio do Museu Municipal. A entrada é livre. O Filme é o NATUREZA MORTA de Susana Sousa Dias, e estará presente a realizadora para uma conversa sobre o mesmo.
NATUREZA MORTA
PRÉMIO ATALANTA FILMES PARA MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS- DOCLISBOA 2005
sinopse: Dentro de uma imagem esconde-se sempre outra imagem. Utilizando apenas materiais de arquivo e sem recorrer a palavras, Natureza Morta pretende redescobrir e penetrar na opacidade das imagens captadas durante os 48 anos da ditadura portuguesa (actualidades, reportagens de guerra, documentários de propaganda, fotografias de prisioneiros políticos, mas também rushes nunca utilizados nas montagens finais), permitindo a sua reabertura a diferentes leituras.

27.6.07

Anarko Punk Fest em Odemira Dia 14 Julho

Dia 14 de Julho na Boavista dos Pinheiros,

logo a seguir a Odemira na estrada para o Algarve, o CCA Gonçalves Correia promove uma Anarko Punk Fest. Levar a agitação, a informação e o ruído a todo o Alentejo!!!
pelas 16.00 projecção do documentário
"Memória Subversiva.
Anarquismo e Sindicalismo em Portugal 1910-1975"
seguido de debate com a presença de um dos seus autores José Tavares
alargado ao mote
"Anarquismo: da memória ao presente"
à noite Concerto com
Violência Violeta / Abandalhados / Disastro Sapiens / IAC / Disgraça

sobre o Documentário:
"... Pretendeu o José Tavares e Stefanie Zoche honrar a presença, num filme, de alguns militantes idosos, dos 80 aos 100 anos, aqueles que conseguiram sobreviver à tremenda luta travada contra o fascismo e os capitalismos internacionais, em especial os heróis sobreviventes da Colónia Penal do Salazarismo, onde vários deles fizeram mais de 10 anos de cativeiro, sem processo formado, ouvindo permanentemente os carcereiros afirmar que aqueles presos nunca mais iriam ver a Liberdade, porque o governo salazarento os tinha mandado para lá morrerem. Dizem que foi a um padre que o ditador mandou escolher este local porque era riquíssimo em mosquitos pestíferos, com a tuberculose entre pessoas e gados de abate. Existia um médico na colónia penal que em vez de exercer funções humanitárias, realizava as de carrasco. Neste campo infernal morreu a flor dos militantes anarquistas e anarco-sindicalistas (para além doutros militantes de diferentes sectores políticos e revolucionários). A maior parte dos prisioneiros que conseguiram ver a liberdade, morreram pouco depois pelos achaques e maleitas adquiridas nessa maldita colónia.

Podemos bradar aos quatro ventos, sem possível desmentimento, que se não tivesse existido Tarrafal, nem tremendas repressões fascistas não se apresentaria tão dizimado como está hoje o nosso movimento anarquista. Não tivemos ajuda de nenhum imperialismo Oriental, nem das repúblicas democráticas. Os povos que nos poderiam ajudar, como o Espanhol, o Italiano, o Argentino, o Brasileiro, etc., estavam também a ser amarfanhados por diversos tipos de fascismo.

Obrigado José Tavares e Stefanie por se terem lembrado de perpetuar na tela a presença deste grupo, cuja maioria são os heróis de lutas ciclópicas em favor da Humanidade, do Amor, do Progresso e da Libberdade.

Viva a Emancipação Integral da Humanidade..."
por José de Brito
"... Neste filme, uma geração de homens e mulheres, hoje entre os 70 e os 80 (há-os centenários!), fala ainda e sempre, com veemência e a exaltação da juventude que neles não se extinguiu, da alegria e do voluntarismo revolucionários. Nesta época da conformação mais rasteira travestida de pobres emblemas exteriores (grotescas modas ousadas...), eis-nos aqui perante perante uma fala humana que até nas suas mais pungentes fragilidades se mostra superior ao pretensioso palavreado pós-moderno, asséptico e invertebrado. É certo que já só a poderá escutar quem for capaz insubmissão perante a cangalhada social – porque a revolta é a plataforma mínima de que partem estes incorrigíveis anarquistas da região portuguesa que José Tavares e Stefanie Zoche ouviram, com visível empenho, num longo périplo pela memória da subversão deste século. Para além do mais, a verticalidade de tais homens e mulheres ompõem-se como constraste luminoso numa época de apalhaçadas gesticulações..."

por Júlio Henriques

19.6.07

Pik-nik na barragem do roxo [ervidel] 23/06/07


O C.C.A. promove encontro/convívio, fora do espaço físico que o acolhe, desta vez na Barragem do Roxo [perto de Ervidel] com várias actividades entre ela a limpeza de zonas mais poluídas nas imediações da barragem. O encontro está marcado para as 10h30 na Barragem.
Toda a ajuda é bem vinda.

12.6.07

Dia 16 Pelo KÖPI em Aljustrel !




LUTA SOLIDÁRIA pelo KÖPI !!!
Centro Social Autónomo em Berlim em perigo de se perder!

No dia 8 de Maio 2007, o KÖPI - Centro Social Autónomo de Cultura em Berlim e respectivo parque onde vivem instaladas pessoas em todo o tipo de veículos moveis (wagenburg), foi vendido a uma empresa privada de nome - " Plutonium 114". Passados 17 anos de determinante dedicação colectiva em actividades culturais e políticas sem fins lucrativos, este projecto está mais uma vez severamente ameaçado de ser banido pelo o interesse e acção de corporações capitalistas em "aliança" com o Estado Alemão. O KÖPI foi vendido em leilão, ainda sob dúbias condições de legalidade, uma vez que existem contratos de arrendamento habitacional legais. O leilão foi mantido em segredo até ao dia de execução, não foi sequer publicado no tribunal distrital local (onde mais tarde teve lugar), tal como deveria ter sido, supondo os processos legais. Os mais de 100 habitantes nos números 137 e 138 da Köpenickerstr em Berlim Mitte, (zona central de Berlim), não foram consultados antecipadamente sobre a futura privatização dos seus lares legalmente arrendados, o que os restringiu de qualquer hipótese de negociação com o principal credor. Desde o início do processo que levou à actual situação, várias pessoas tem sido ameaçadas e violentadas pela policia. Quer em acções directas públicas reivindicativas, quer em inesperadas rusgas policiais às próprias habitações, aos habitantes e outros indivíduos que hipoteticamente aparentam estar relacionados com o movimento, também tem sido alvo de repressão diariamente em ocasiões inesperadas de maior fragilidade.

Há 7 anos, o KÖPI sofreu a primeira ameaça e tentativa de compra. Esta não teve sucesso graças ao apoio e resistência massiva demonstrados a nível internacional por pessoas e colectivos solidários. Considera-se que o vasto numero de actividades, eventos, manifestações e confrontos directos para com os então reais investidores e interligadas entidades envolvidas, tenham feito recuar os próprios objectivos de privatização. A isso deve-se o facto de o KÖPI ter prevalecido até hoje em grande entusiasmo e motivação. O mesmo recuo e retirada pela parte dos iminentes compradores é o que se pretende conseguir mais uma vez, e para isto é necessário, e urgente, todo e qualquer tipo de suporte!
Hoje dia 12 de Junho de 2007 é o dia de Acção Global em Apoio ao KÖPI!! Neste dia, é indiscutivelmente necessário suportar o KÖPI com actividades pelas cidades e localidades. É extremamente importante demonstrar através de variadas acções por todo o mundo que:

O KÖPI NÃO RESISTE A SÓS! Manifestações, outras acções espectaculares junto as embaixadas e consulados da Alemanha, companhias privadas alemãs, bem como institutos e associações de cultural alemã de projecção no estrangeiro, serão apropriados alvos de reivindicação e revolta. Propõem-se posters, panfletos, grafittis, actividades performativas e todo o tipo de intervenções intravenosas que se rebelem pelo KÖPI! Festas e concertos de beneficência são impreterivelmente bem vindos!

16 de JUNHO 2007 Manifestação em Berlim, e mais perto conversa e festa benefitt em Aljustrel!!

É preciso que se mantenha e multiplique a agitação, revolta e rebeldia pela a permanência do KÖPI como importante centro social autónomo que é. Sobretudo, não deixaremos que o KÖPI se torne um objecto atractivo para a especulação! NAO À PRIVATIZACAO DO KOPI! ... É completamente irrelevante quem é o seu actual comprador!
O KÖPI PREVALECE, UNIDO CONTRA O CAPITAL!

Mais info: www.koepi.squat.net Doações podem ser feitas por transferência: SKI e VIBAN: DE26100100100671802102, SWIFT/BIC: PBNKDEFF

Pensa globalmente, actua localmente
16 junho-Clube aljustrelense. Desde as 19 Hrs.

Benefit kopi - conversas sobre G-hate,

Domínio mundial, controle e repressão...
Lançamento do livro "Guerra? Qual guerra?!"
Jantarada Vegana.
Concerto
:

ESKUMALHA (punk da figueira dos cavaleiros)
PROTESE INVOLUNTÁRIA (punk de todo o lado dos caldos da rainha)
DISASTROSAPIENS (punk fudido de lá pós lados de Lixboa)

8.6.07

ECOTOPIA EM AGOSTO

Aproxima-se a realização do ECOTOPIA em Aljezur de 4 a 19 de Agosto. Informa-te sobre o mesmo. Lá nos veremos em Agosto. Umas notas acerca do mesmo…

O Ecotopia é um acampamento anual de activistas de toda a Europa e um encontro aberto a todas as pessoas interessadas em questões ambientais e de justiça social. É organizado pela EYFA (Juventude Europeia pela Acção) e por cá acolhido pelo GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental). É proposto como um local de aprendizagem, partilha de experiências e difusão de informação sobre questões ambientais, sociais e políticas, entre outras. O tema escolhido este ano são as migrações, que terão especial relevância nos dias 10, 11 e 12 de Agosto.

O Ecotopia é igualmente um modelo funcional de comunidade auto-sustentável que coloca em prática os princípios de um estilo de vida alternativo e mais amigo do ambiente: tomadas de decisão por consenso, reciclagem de lixo, refeições vegetarianas, uso de energias alternativas... Tem uma estrutura horizontal (não-hierárquica) e auto-organizada. Durante o acampamento todas as decisões são tomadas pel@s participantes no círculo da manhã e tod@s são responsáveis pela criação do programa, resolução de problemas e realização das tarefas diárias. De qualquer pessoa que se junte ao Ecotopia é esperado alguma ajuda na organização e funcionamento do encontro. Isto significa que cada uma deve tomar parte activa num dos grupos de trabalho diários de modo que as equipas possam rodar e tod@s no Ecotopia possam ter as mesmas possibilidades de trabalhar, participar nas oficinas e descansar. As pessoas voluntariam-se para ajudar nas várias tarefas, tais como apanhar lenha, recolher água para os duches, escavar fossas para os sanitários, limpar, etc. Para realmente saberes o que é viver numa comunidade sustentável tenta realizar cada uma das tarefas pelo menos uma vez. Se vires algo que deva ser feito, fá-lo!

O Ecotopia funciona no sistema de ecotaxas, o que significa que cada um no Ecotopia paga pela comida o mesmo que pagaria no próprio país.

Ecotopia 2007 – As Migrações

As migrações não são algo novo. Desde sempre os povos deixavam os seu lares à procura de melhores condições de vida, tanto dentro como fora do seu país de origem. Mas hoje em dia tem-se vindo a tornar num tema cada vez mais sensível para os governos e para a sociedade em geral.


A globalização económica e a industrialização deram um novo “empurrão” à migração global. Uma vez que o modelo económico no qual vivemos exacerba as desigualdades entre nações, e coloca em risco as condições sociais e ambientais de muitos povos, a migração para muitos torna-se não numa escolha, mas numa necessidade. Temas como refugiados, fronteiras, ilegalidade, trabalho precário, êxodo rural, desertificação, racismo e muitos outros cada vez mais vêm à tona.


Na edição do Ecotopia de 2007 gostaríamos de focar o tema das migrações humanas, reflectindo nas suas causas, assim como no efeito e na reacção que provoca na sociedade e nas políticas governamentais, de diferentes perspectivas:

-Justiça ambiental e as deslocações ambientais causadas por razões humanas como a desflorestação, desertificação e seca, plantações (eucaliptos, agrocombustíveis, sumideiros de carbono) e alterações climáticas;

-Justiça social, abordando temas como a discriminação e ilegalidade, e salientando contradições como Globalização Versus migração ilegal, e a lógica do “bom emigrante” (socialmente aceite, turista proveniente de países ricos) Versus “mau emigrante” (que sofre discriminação, proveniente de países pobres).

-Reflexão sobre a influência da globalização económica neoliberal em ambos os casos anteriores.

17.5.07

FEIRA DA TROCA \\20\05\07_domingo

Trocar de roupa é a sugestão da Feira da Troca que continua a acontecer ao 3º domingo de cada mês a partir das 17H00 no parque infantil (perto do Rianço) em Messejana.

10.5.07

Folheto - "Contra o fascismo, Contra o capital"

Folheto sobre a repressão polícial no 25 de Abril de 2007, contendo os textos "25 de Abril", "comunicado sobre a manifestação antiautoritária contra o fascismo e contra o capital" e fotos da manifestação.


http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=128823&cidade=1

7.5.07

Sábado 26 - "Ghost Mice" no Club

Ghost Mice é uma banda folk-punk formada por dois integrantes vinda de Bloomington, EUA. Ghost Mice foi criado das cinzas da banda pop-punk anterior Operation: Cliff Clavin. Chris Johnston (mais conhecido como Chris Clavin) e Hannah, que tocavam guitarra e baixo respectivamente, decidiram fazer a produção acústica assim podendo viajar mais e tocar mais facilmente em quase todos os lugares.
Nas suas próprias palavras: "Nós tocamos 100% acústico. Nós nunca usamos amplificadores ou microfones (exceto uma vez no Plan-It-X Fest). Temos tocado juntos em bandas por cerca de 7 anos. Nós começamos o Ghost Mice em 2002 porque nós estávamos cansados de ser restritos. Nós estávamos cansados de ter que viajar em grandes vans e depender de amplificadores, sistemas PA e eletricidade. Com o Ghost Mice nós podemos viajar com pouca coisa e quase nada pra tocar. A gente toca frequentemente em quintais ou em esquinas de grande centros. Nós viajamos pelos EUA várias vezes e pela Europa (Alemanha, Países Baixos, Dinamarca, Áustria, França, Espanha, Bélgica, Inglaterra, País de Gales, Escócia, e Irlanda) a pé. Nós pedimos carona e pegamos trem para todos os nossos shows. Isso foi engraçado e bem libertador. Nós cantamos uma mistura de letras políticas e pessoais, somos anarquistas, dedicados ao faça-você-mesmo e à luta de fazer do mundo um lugar melhor. Nós tocamos música e viajamos por diversão e para conhecer novas pessoas. Música significa nossas vidas. Nós amamos viajar. Somos legais e um pouco tímidos."


Hannah deixou seu baixo a favor de um violino. As letras do Ghost Mice envolvem na maioria das vezes ter uma percepção positiva na vida; andar de bicicleta, comer comida saudável, amar, e ser punk são todos os tópicos cantados nas suas músicas. O slogan do Ghost Mice, "Punk as Folk" (algo como "Punk como o Povo"), é uma forma fantástica de descrever suas músicas, letras, e tudo que é Ghost Mice.
Materiais do Ghost Mice estão disponíveis através da gravadora do Chris Johnston, Plan-It-X Records ou através dos respectivos selos que os lançaram.

30.4.07

Concerto OI POLLOI é no Sábado


23.4.07

Convocatórias MANIF 25 de Abril Anti Autoritário


«Quando se prepara um novo Estatuto do Jornalista que prevê penas disciplinares para quem desagradar à Comissão de Carteira (exactamente a solução de HITLER) e estabelece regras de uma absoluta arbitrariedade.

Quando partidos de extrema-direita (digo extrema nojeira) colocam nas ruas outdoors racistas e xenófobos.

Quando a precariedade laboral obriga a uma politica do come e cala (não reclames nada se queres ver o contacto renovado).

Quando "NAZIONALISTAS" de toda a Europa se reúnem, festejam e manifestam mesmo à nossa porta.

Quando a banca e seguros apresentam lucros "MILIONÁRIOS" enquanto fabricas fecham colocando milhares de trabalhadores no olho da rua.

Quando valores como LIBERDADE e IGUALDADE são postos na gaveta como se fossem uma camisa que passou de moda.

Chega a altura de grita basta! Chega a altura de mostrar que ainda há cidadãos autónomos que valorizam a LIBERDADE e que são capazes de se organizar sempre que necessário sem o apoio do estado ou de qualquer partido!

Dia 25 de Abril às 18:00h vamos todos unir a voz na Praça da Figueira, para que até o maior português de sempre a possa ouvir debaixo das terras de Santa Comba Dão!»


«Vivemos dias negros do pior que o capitalismo tem para nos oferecer:
- Desemprego
- Precariedade laboral
- Perca de direitos dos trabalhadores
- Extrema direita
Após a derrocada do papão vermelho dos países “comunistas” aquilo que se pensava ser um dado adquirido, o Estado Previdência, começou a ceder ao grande capital. Sem o medo do crescimento dos partidos comunistas na Europa Ocidental começa a ofensiva a tudo aquilo que se pensava ser um direito democrático, a saber, direitos à saúde, ao trabalho (e reforma, subsídios) à justiça, educação, entre outros. Derrotado o inimigo vermelho, vê-se bem agora qual a verdadeira faceta da democracia, quem lucra com ela e quem ela dá espaço de manobra para nos amedrontar.
As reformas fiscais ficam-se por uma classe média cada vez mais pobre, enquanto as grandes empresas, sustentáculo deste circo, permanecem intocáveis. O novo código de trabalho, a reforma da função pública, o aumento do custo de vida, o desemprego e a precariedade laboral criam na sociedade um clima de medo e de suspeição. Sócrates, mestre na arte da manipulação mediática é especialista na velha divisa do “dividir para reinar”.
A culpa é atribuída à vez, aos professores, à função pública, à “crise mundial”, aos governos anteriores, etc. Convertem-se direitos em “regalias”, acabam-se as reformas, pretende-se que se trabalhe até aos 65 anos. O emprego estável acabou, a nós espera-nos uma vida de ansiedade sem saber bem qual vai ser o dia de amanhã sempre com o espectro do despedimento. É isto o capitalismo, é isto a democracia.
Explora-se a bom ritmo portugueses e emigrantes que só são bons enquanto estão ilegais visto que não se pretende enquadrar na sociedade essa mão de obra escrava que abunda por aqui.
Legaliza-se um partido nazi que nem 5 mil assinaturas reuniu para se formar, comprando o PRD e transformando-o em PNR. Esse partido nazi é legal e concorre para eleições. Isto enquanto casas okupadas são desalojadas por Portugal inteiro. A impunidade nazi cresce, os carecas que estavam presos (implicados na morte do africano Alcino Monteiro) já estão cá fora e muito contribuem para o crescimento do PNR e suas estruturas. A polícia, cúmplice ou pura e simplesmente incompetente fica impávida e serena a ver palhaços a exibirem armas (para as quais têm porte de arma legal cedido pela PSP).
As ameaças, as agressões nas ruas de Lisboa e subúrbios, as manifestações nazis e o seu folclore medieval tornam-se habituais. A propaganda fascista é legal e cresce em faculdades, escolas secundárias e outros espaços públicos. Zonas de divertimento nocturno como o bairro alto ou o cais do sodré estão infestadas de nazi-skins. Bares/discotecas como o tocsin ou o Disorder (sobretudo o Disorder, quase só exclusivamente frequentado por esta escumalha), são espaços onde se pode ver saudações nazis, agressões nas imediações, músicas de bandas com conteúdos racistas/xenófobos (inclusive discursos do tio Adolfo).Somos pela liberdade de expressão a quem a respeite, não a esses merdas, agiotas da miséria alheia, procurando através da sua demagogia primitiva culpar o “preto” ou o emigrante pela situação actual do país.
A culpa é do sistema capitalista, não das pessoas exploradas pelo mesmo. Os nazi-skins não passam de marionetas do capital, tropa de choque de exploradores de sentimentos decorrentes da miséria. São os IURD´S dos putos como a IURD é para as velhas.Terroristas que vivem do tráfico de armas e de droga. Terroristas que não hesitam em aterrorizar e perseguir os seus próprios camaradas que abrem os olhos e querem sair da cena nazi. Traidores como eles lhes chamam. Não é por acaso que se suicidam tantos.
No dia 25 de Abril participa na manifestação ANTI-AUTORITÁRIA contra o CAPITALISMO E O FASCISMO às 18:00 na Praça da Figueira.
Contra o sistema que para favorecer sempre os mesmos arrasta os outros à miséria,
Resistência! Apoio mútuo! Acção directa!Grupos Autónomos Anarquistas»

20.4.07

Sexta 27 Lançamento COICE DE MULA nº8



Próxima Sexta-Feira dia 27 de Abril pelas 21.00 lançamento do COICE de MULA nº8, seguido de conversa sobre o mesmo, seus propósitos e afins...

Como sempre esperamos por todos/as no Club Aljustrelense numa iniciativa CCA Gonçalves Correia.

Contacto CdM: jornal_coice_de_mula@hotmail.com

13.4.07

Este Sábado


10.4.07

Manifestação Anti Autoritária 25 de Abril Lisboa


Convocatória para uma manifestação anti autoritária,
Contra o Capitalismo, Contra o Fascismo

…/ Dia 25 de Abril, pelas 18 horas apelamos à participação activa num acto de resistência à farsa Nazionalista, que terá início na Praça da Figueira, depois da manifestação do 25 de Abril ter terminado.

Acreditamos que a impunidade e o à vontade com que os vários grupos “nazis” “fascistas” ou ditos “nacionalistas” agem tem de ser combatida aqui e agora, e sabemos que esse não é nem será nunca a tarefa de qualquer polícia ou instituição estatal, pelas suas afinidades e cumplicidades. A nossa denúncia é popular, não judicial.

Como tal, acreditamos que devemos exercer e expandir a autodefesa contra qualquer tipo de agressão por parte desses grupos que fazem o trabalho sujo que os capitalistas não querem fazer. Mas não nos esquecemos que quem financia tais grupos, quem os chama sempre que é preciso amedrontar os oprimidos, são os mesmos que controlam a economia, os estados e semearam a divisão, a desconfiança, a miséria e mantêm-nos presos no nosso medo, divididos nas nossas lutas, e “condenados” à derrota.

E è contra esses que dirigimos a nossa luta, ontem, hoje e enquanto existirem.

Esta manifestação, que é proposta por grupos libertários e autónomos, è aberta à participação de todas as pessoas e ideias que, de uma forma não partidária, desejam expressar a sua revolta e determinação, numa manifestação popular e unitária.

Queremos deixar bem claro que somos e seremos capazes de nos organizar para agir e reagir sempre que necessário. Desejamos que a manifestação seja uma prova de força e determinação, chegando até ao seu final sem problemas nem distúrbios. Mas nunca renunciaremos ao nosso direito de autodefesa.

Sabemos que ninguém é invencível, nenhum império, nenhum estado, nenhuma força de repressão, mas também sabemos que nada cai por si só.

Participemos todos na manifestação, activamente; os dias não estão para divisões, nem para apatia.

Dia 25 de Abril, unidos e organizados sem partidos nem estado. …/

Feira da Troca no Domingo (dia 15)

Continua o Trocal em Messejana. Aparece à tarde pelo parque infantil. Este domingo, a partir das 14h. se chover será no pavilhão...
e um novo blog:
http://www.reallifelog.com/trocar/
são convidados!
até lá

6.4.07

Debate: “Comunicação e união no movimento libertário”


Aljustrel - 14 de Abril 2007 - 17 horas

O Centro de Cultura Libertária vai organizar um encontro-debate que tem como objectivo reflectir sobre “Comunicação e união no movimento libertário”. O local da discussão será o Centro de Cultura Anarquista Gonçalves Correia em Aljustrel, no dia 14 de Abril, pelas 17 horas. Com esta iniciativa pretendemos discutir problemas que pensamos afectarem o “movimento” libertário, nomeadamente a falta de informação e colaboração entre grupos. Temos algumas propostas a fazer, na tentativa de criar possibilidades de comunicação e união na acção, esperando que outras se venham juntar às nossas.
Para além do debate, contem com jantar e outras actividades criativas: sessão de poesia, finalmente, concerto de Disastro Sapiens.
Apareçam que é importante, contamos com a vossa presença.
Saudações libertárias!

Centro de Cultura Libertária
E-mail: ateneu2000@yahoo.com
Site: http://ccl.yoll.net
Endereço postal: Apartado 40 / 2800-801 Almada (Portugal)
Sede: Rua Cândido do Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada

3.4.07

Actividades de Abril

Começa na próxima sexta (dia 6) com a tour ruido na fossa a passar pelo Club com os DISGRAÇA e HABEMUS KAOS de espanha...
Uma semana depois - Sábado dia 14 - temos concerto com DISASTRO SAPIENS e FOCOLITUS que culminam a actividade benefitt para o Centro de Cultura Libertária de Almada. Antes o tema da conversa que se quer proveitosa é "comunicação e união no movimento libertário", e haverá janta vegetariana pelo meio
Para o final do mês finalmente o lançamento do último número da publicação Coice de Mula (9), a motivar uma conversa e podendo proporcionar-se a passagem ainda de algum vídeo...
e Maio vai começar em grande com OI POLLOI e VIOLÊNCIA VIOLETA dia 5 Maio, desta feita no Sindicato Mineiro... antes e pela tarde o anarko punk vai aquecendo com Conversas e Exposições pelo Clube Aljustrelense

Os detalhes vão sendo actualizados por aqui.

Oi Polloi em MAIO antiauTOURidade: http://antiautouridade.blogspot.com/


23.3.07

A 14 de Abril..

No próximo dia 14 de Abril o Centro de Cultura Libertária de Almada irá promover em Aljustrel, no Club Aljustrelense em colaboração com o CCA, uma conversa em torno de "Comunicação e união no movimento libertário".

Da nossa parte notamos que o assunto surge da urgência e vitalidade que alguns colectivos e indíviduos tem procurado chamar a atenção ao que (por falta de outras palavras) designariamos de movimento libertário. Sem demais pretensiosimos, tal como outros debates e troca de ideias que já tiveram lugar como foi exemplo a "sessão inaugural" do CCA em Aljustrel sobre "espaços autogestionados..." (ver arquivo blog Setembro).

Após a conversa haverá janta e outras actividades a anunciar em breve, tal como outros detalhes para a conversa desse dia.

Centro de Cultura Libertária:
ateneu2000@yahoo.com

22.3.07

Notas sobre as atividades de denúncia da guerra na Tchetchênia em Portugal e Espanha

blog sobre a guerra na Chechênia e os movimentos de resistência a este conflito: www.chechenialivre.blogspot.com

Notas sobre as atividades de denúncia da guerra na Tchetchênia em Portugal e Espanha

Entre os dias 15 de fevereiro e 03 de março foram realizadas uma série de atividades de denúncia da guerra na Tchetchênia em Portugal e Espanha: conversas, debates, exibição de filmes e fotos relacionados a um dos conflitos mais intensos e silenciados na atualidade. Enquanto a invasão do Iraque e o genocídio de seu povo é televisionado e noticiado para o mundo, a guerra na Tchetchênia escapa aos documentaristas e aos jornalistas – mesmo porque as estratégias de terrorismo de Estado em curso na Rússia impossibilitam os poucos trabalhos e as poucas vozes dissonantes possíveis neste momento. Dessa maneira procuramos alguns centros de cultura social para compartilhar as informações sobre a guerra na Tchetchênia – informações sintetizadas na publicação “Terrorismo de Estado na Rússia: a guerra na Tchetchênia nos descaminhos da indústria da violência”, organizada a partir da Ação Literária pela Autodeterminação dos Povos, e que resultou de longas pesquisas, ações e vivências na Rússia com movimentos anti-militaristas e ativistas ligados à defesa dos direitos humanos na Tchetchênia. Tanto em Sevilha e Málaga (Espanha), como nas cidades do Porto, Aljustrel e Lisboa (Portugal), encontramos movimentos e coletivos que nos receberam com comovente solidariedade – e que demonstraram a viabilidade prática e cotidiana dos princípios de autoorganização, ação direta e luta anti-capitalista na ocasião dos encontros, nos debates e na hospitalidade. Os frutos desses encontros não colheremos neste momento, até porque o tema da guerra na Tchetchênia foi abordado sempre de maneira ampla. Procuramos estimular outras temáticas, trocar materiais e publicações diversas, dinamizar os espaços de luta social e semear futuras ações e intervenções. Assim, agradecemos a todos pelo auxílio e pela possibilidade de realização destas atividades, e esperamos até o mês de agosto realizar outras intervenções que possam celebrar a vida e a resistência nas terras do norte.

Mais Notas e textos em
e ainda em

21.3.07

Concerto dia 6 de Abril

As actividades desse mês dias 14; 24; 28 e 5 de Maio serão em breve anunciadas...

7.3.07

Concerto dia 16