9.1.09

democracias policiais


Casa assaltada, faixas à mostra

Nas democracias policiais, a liberdade de expressão é um direito de todos os cidadãos. Também por isso lhes chamam democracias. Mas esse direito tem limitações, coisa lógica nesta sociedade onde se definiu que “uma liberdade acaba onde começa a do outro”, impedindo-se, assim, que se interpenetrem, que se prolonguem uma na outra. Pensamentos perigosos, que poderão constituir um qualquer crime se tornados públicos, e que, portanto, ficam por aqui. Já basta o que basta, dizia o outro, como sempre, cheio de razão. O que agora interessa, de facto, é que, em primeira instância, quem define as limitações das liberdades, e, por arrasto, as da liberdade de expressão, é a polícia. Também por isso lhes chamamos, a essas democracias, policiais.

Na Casa Viva, logo no primeiro dia oficialmente útil da semana, tivemos mais uma prova de que Portugal se insere dentro desta categoria de democracias. Por volta das 15h00 desse 5 de Janeiro, os Bombeiros Sapadores do Porto, a mando da Polícia de Segurança Pública, também presente, retiraram, assim, sem pedidos nem explicações, a faixa solidária com o movimento grego que a Casa vinha exibindo desde 20 de Dezembro. O motivo da apreensão, tal como informado no respectivo auto, é “incitava à violência, cometendo o crime contra a paz pública”. Não fosse o tal adjectivo que acompanha a nossa democracia e ter-se-ia tratado de um roubo. Afinal, uma faixa não publicitária numa fachada duma casa particular só pode ser retirada se tal for pedido pelo proprietário, o que não aconteceu. Mas o facto é que esse adjectivo está lá por alguma razão e, em estando, o acto de surripiar transforma-se em apreensão, os prevaricadores em sujeitos activos de acusação e as vítimas em réus.

Pode-se olhar para a faixa pelo ângulo que se quiser, mas é precisa muita liberdade de interpretação para nela ver um incentivo à violência. Mas, lá está, essa é apenas mais uma das liberdades das democracias policiais que, como todas as outras, tem uma definição e um âmbito dependentes do livre arbítrio dos agentes da Autoridade, gente que se costuma acusar de ser pouco dada a divagações poéticas, mas a quem não podemos deixar de gabar a capacidade de ler nas entrelinhas ainda mais do que os autores das linhas queriam fazer transparecer.

No processo de roubo/apreensão da faixa, os agentes acharam por bem deter três pessoas que saíam da casa a ver o que se passava do lado de fora do sítio onde lhes tinham oferecido guarida. Estavam, aparentemente, a utilizar de forma ilegal numa casa que não é deles. Mas houve queixa do proprietário? Falamos com ele e ele disse que não devia estar ninguém em casa. Falaram com ele?! Bem... a casa está em ruínas e não pode estar lá gente a viver! A Casa está em ruínas? Quem falou em ruínas? Então porque é que estão detidos? Não houve detenções, só os trouxemos à esquadra para assinarem o auto de apreensão. A uns gajos que não têm nada a ver com a casa nem com a faixa? Mais alguém dá a cara pela faixa? Claro que sim! Então já não estão detidos, podem sair os três e até voltar para a casa em ruínas onde, para além de não poderem estar por causa dessa sua – da casa – condição, não podiam estar por falta de autorização do proprietário.

Ora então cá temos os responsáveis pela faixa. Basta que um assine o auto de roubo/apreensão, que os outros já estão identificados de qualquer forma, apesar de nunca lhes termos controlado legalmente as identidades. Agora a coisa vai para o DIAP e já não é mais nada connosco, que vocês aparecem aqui aos magotes e a malta quer ver o discurso do Sócrates sem medo de que nos ocupem esta merda, perdão sr. ministro, esta esquadra, tão lindamente baptizada como sendo do Paraíso, apesar de, para tal, ainda faltarem os canais da Sport Tv, vá lá que nos resta a TVI e as novelas com gajas boas. Depois, daqui a 6 meses, 1 ano, ou dois, o DIAP lá decidirá se a queixa da PSP é válida e, se não for, a faixa será devolvida. No entretanto, a gente fica sem a faixa de que o agente não gostou e assim mesmo é que é numa democracia policial.

Ora, é provável que o DIAP considere que a faixa, de facto, mais do que um apelo à violência, é um grito contra a sua utilização por quem lhe detém o monopólio e que, como tal, o seu roubo/apreensão até pode, pelo menos em teoria, configurar um atropelo à liberdade de expressão. Pouco interessa. Não será por isso que a Casa será deixada em paz. Há a questão da ocupação ilegal. Ah, é verdade... o proprietário autoriza a ocupação do espaço. Mas há a questão das drogas. A questão das drogas? Sim, a casa está conotada com drogas. Conotada por quem? Pela polícia. Mas entraram lá ilegalmente para ver essa questão? Nem pensar... mas cheira muito a charro no passeio quando se passa por perto. O quê? É verdade... e, ainda por cima, entra lá gente com mau aspecto! Isso não é discriminação? A polícia não discrimina... limita-se a ver se determinada pessoa tem determinado aspecto e, se o tiver, fica imediatamente associada ao consumo de drogas. E isso não é discriminação? Não desconversem... é que há a questão da propriedade! Ah, é verdade... o proprietário autoriza a ocupação do espaço. Pois é... então, há a questão das drogas. E sabem quem vai sofrer com isso se não tomam cuidados?


Os processos de intimidação à divergência apertam-se. Espera-se que o medo de qualquer coisa, independentemente do que seja, impeça as pessoas de se manifestarem, de exporem opiniões, de se levantarem perante as injustiças dos poderosos. Depois de visitas policiais à Casa em dias de reuniões, depois de visitas regulares ao blog, veio o roubo/apreensão da faixa, um processo-crime sobre “os responsáveis pela faixa”, o reconhecimento policial de que já estamos todos fichados e as ameaças de que, ou atinamos, ou nos fecham a Casa e nos mandam de saco, por causa da questão da propriedade, aliás, por causa das drogas, aliás por qualquer coisa que lhes apeteça.

O problema é que achamos que nós é que somos os atinados e não nos apetece, agora que os desvarios juvenis já passaram na sua maioria, desatinar e começar a comer tudo o que nos dão ou a baixar a cueca cada vez que nos tentam violentar. Para além de que a Casa, assim sem uma faixa, parece despida. E nós não queremos um processo-crime por atentado ao pudor.

4.1.09

Dia 10 Conversa sobre a Insurreição Grega


Dia 10, Sábado pelas 21.00, em Aljustrel haverá lugar para uma troca de ideias e conversa informal em torno dos acontecimentos insurrectos da Grécia.

«Que a revolta se alastre...


Da greve geral ao movimento dos estudantes, com os liceus fechados e as faculdades ocupadas, da greve dos presos aos motins de rua, a Grécia tornou-se o palco, de alguns meses para cá, de uma sublevação social sem precedentes desde a queda da ditadura.


Em Outubro, uma série de greves paralisaram o país, às quais se somaram mais de 150 liceus encerrados pelos estudantes. Ainda no passado mês de Novembro, deu-se uma greve de fome, sem precedentes, que envolveu mais de 7 000 pres@s. Estas lutas ultrapassaram as meras reivindicações corporativas, sendo acompanhadas de inúmeras acções directas e de movimentos contra a miséria imposta pelo Estado e pelo Capital.


No passado dia 6 de Dezembro, a morte de um jovem de 15 anos, Alexis Grigoropoulos, às mãos da polícia grega, serviu de catalisador para uma vaga de contestação social que se tem vindo a alastrar por todo o território grego. Sucederam-se as ocupações de universidades, escolas, câmaras municipais e sindicatos burocráticos, com a realização de assembleias e apelos à generalização da luta autónoma, sem mediação de organismos políticos e burocráticos. Nas ruas tiveram lugar manifestações e ataques contra os aparelhos repressivos do Estado (esquadras de polícia, tribunais, etc.) e do Capital (bancos, grandes empresas).


Por todo o mundo, multiplicam-se as acções de solidariedade. Para dia 20 de Dezembro foi convocada, pela Assembleia do Politécnico de Atenas, uma jornada de solidariedade com a revolta grega e de denúncia da repressão estatal contra os insurgentes.


Solidarizamo-nos com @s companheir@s em luta na Grécia, pois a sua luta também é a nossa: pela acção directa, contra um quotidiano de miséria e contra tudo o que nos oprime, para que assumamos a nossa própria vida de forma autónoma!


Pelo menos temporariamente, libertamos um espaço da sua condição de não-lugar, desafiando o valor sacrossanto da propriedade privada, porque as nossas vidas valem mais do que as leis e a economia.»


(um comunicado distribuído em Lisboa na Manifestação que aí teve lugar no dia 20.12)

10.12.08

G R É C I A !!!

http://redelibertaria.blogspot.com/
[Nas barricadas, nas ocupações da universidade, nas manifestações e nas assembleias mantemos viva a memória de Alexandros, mas também a memória de Michalis Kaltezas e de todos os companheiros que foram assassinados pelo Estado, fortalecendo a luta por um mundo sem amos e escravos, sem polícia, sem exércitos, sem cadeias e sem fronteiras.]"
« No sábado, 6 de dezembro de 2008, Alexandros Grigoropoulos, de 15 anos de idade, companheiro, foi assassinado a sangue frio, com uma bala no peito por um polícia na zona de Exarchia. Contrariamente às declarações dos políticos e jornalistas, que são cúmplices dos assassinatos, isto não foi um "incidente isolado", mas uma explosão da repressão estatal que, sistematicamente, e, de maneira organizada, aponta aqueles que resistem, os que se rebelam, os anarquistas e antiautoritários. É o pico do terrorismo de Estado, que se expressa com a evolução da função dos mecanismos repressivos, seu armamento ininterrupto, o aumento dos níveis de violência que utilizam; com a doutrina da "tolerância zero"; com a calúnia da propaganda dos meios de comunicação, que penaliza os que lutam contra a autoridade. São estas condições que preparam o caminho para a intensificação da repressão, tratando de extrair o consentimento social de antemão, e eles cobram as armas dos assassinos de Estado de uniforme!A violência mortal estatal contra o povo na vida social e à luta de classes têm por objetivo a submissão de todo mundo, actuando como castigo exemplar, destinado a difundir o medo. É parte do grande ataque do Estado e da patronal contra toda a sociedade, com o fim de impor as mais duras condições de exploração e opressão, para consolidar o controle e a repressão. Da escola às universidades, às cadeias com a escravidão, às centenas de trabalhadores mortos nos chamados "acidentes de trabalhos, e a pobreza que atinge um grande número da população... Desde os campos de minas nas fronteiras, os programas e os assassinatos dos imigrantes e dos refugiados, aos numerosos "suicídios" nas cadeias e delegacias de polícia... dos "tiroteios acidentais" da polícia nos bloqueios à violenta repressão das resistências locais, a democracia está mostrando os seus dentes! Desde o primeiro momento depois do assassinato de Alexandros, manifestações espontâneas e distúrbios explodiram no centro de Atenas, o Politécnico, o Conselho Econômico e as Escolas de Direito estão ocupadas e os ataques contra o Estado e objetivos capitalistas acontecem em diferentes bairros e no centro da cidade. As manifestações, os ataques e os enfrentamentos surgem em Salónica, Patras, Volos, Chania e Heraklion, em Creta, em Giannena, Komotini e muitas outras cidades. Em Atenas, na rua Patission -fora da Politécnica e da Faculdade de Economia- os embates duraram toda a noite. Na saída da Politécnica, a polícia de choque utilizou balas de plástico. Domingo, 7 de dezembro, milhares de pessoas marcharam em direção ao quartel geral da polícia em Atenas, atacando a polícia antidistúrbio. Enfrentamentos de uma tensão sem precedentes explodiram nas ruas do centro da cidade, durando até o começo da madrugada. Há muitos manifestantes feridos e numerosos detidos. Mantemos a ocupação da Escola Politécnica que começou na noite de sábado, criando um espaço para todas as pessoas que lutam para avançar e um dos focos de resistência de caráter permanente da cidade. Nas barricadas, nas ocupações da universidade, nas manifestações e nas assembleias mantemos viva a memória de Alexandros, mas também a memória de Michalis Kaltezas e de todos os companheiros que foram assassinados pelo Estado, fortalecendo a luta por um mundo sem amos e escravos, sem polícia, sem exércitos, sem cadeias e sem fronteiras. As balas dos assassinos uniformizados, as detenções e surras nos manifestantes, o gás químico arremessado pelas forças da ordem, só não podem impor o medo e o silêncio, mas, também, que são convertidos para que as pessoas tenham razão para lutar contra o terrorismo de Estado e encarar a luta pela liberdade, para abandonar o medo e para encontrar-nos -cada vez mais a cada dia - nas ruas da revolta. Deixamos que flua a fúria e os afoguemos! O terrorismo de Estado não passará! Libertação imediata de todas as pessoas presas nos acontecimentos de sábado e domingo (7 e 8 de dezembro)! Enviamos a nossa solidariedade a todas as pessoas que ocupam as universidades, as que se manifestam e lutam contra o terrorismo de Estado em todo o país!
Assembleia de Ocupantes da Universidade Politécnica de Atenas»

2.12.08

Minas de Aljustrel #2

20.11.08

Minas de Aljustrel


Que futuro para os trabalhadores?
Em 27 de Maio passado, José Sócrates e Manuel Pinho assistiam ao início simbólico da produção e actividade comercial das minas de Aljustrel. Com produção e comercialização sobretudo voltadas para a exportação. Na altura, foram feitos grandes encómios a esta iniciativa pelos governantes presentes. José Sócrates chegou a afirmar que este era um “investimento ideal” para o país e que estava garantido o funcionamento da mina “pelo menos por mais dez anos”. E augurou, então, um futuro risonho para a empresa e trabalhadores. Vários destes trabalhadores, com empregos estáveis noutras empresas, enganados, vieram para as minas da multinacional canadiana Lunding Mining Corporation, onde julgavam encontrar um emprego melhor e com futuro.Agora, passados seis meses, a empresa anuncia a suspensão da produção de zinco, devido, segundo a administração, ao agravamento da situação financeira, provocada pela “baixa cotação do zinco no mercado”. Centenas de postos de trabalho estão neste momento em causa, incluindo o trabalho directo e o subcontratado. Para o distrito de Beja, mas particularmente para Aljustrel, traduz-se num grave problema económico e social. Para os trabalhadores, um futuro incerto, provavelmente muito difícil. Entretanto, uma delegação dos mineiros de Aljustrel foi recebida no Ministério da Economia, declarando esperar respostas concretas sobre o futuro das minas. Mas não satisfeitos com as propostas do governo, decidiram manifestar-se à porta da residência oficial do primeiro-ministro. Veremos como o governo do PS, tão lesto a tentar resolver problemas a banqueiros e especuladores, descalça esta bota. Vai “nacionalizar” as minas de Aljustrel, como fez com o BPN?


Pedro Goulart

13.11.08

Bab Sebta dia 19 em Castro Verde



Projecção de "Bab Sebta" no dia 19 no Fórum Municipal de Castro Verde (organização Câmara Municipal de Castro Verde) às 21.30.



Os realizadores, Pedro Pinho e Frederico e Lobo, percorreram quatro cidades no norte de África e recolheram testemunhos de imigrantes que percorreram milhares de quilómetros até às portas de Ceuta, com o objectivo de concretizar o sonho de entrar na Europa.

"Bab Septa" significa "A porta de Ceuta", que é o ponto de chegada de milhares de imigrantes africanos rumo à Europa. Os dois realizadores visitaram Marrocos em 2005, quando as cenas de violência eram notícia em Ceuta, e aí nasceu a ideia de regressar para fazer o documentário.“Nós não atravessamos fronteiras, as fronteiras atravessam-se entre nós”, é a frases de abertura dum documentário que ouve relatos de gente que persiste no sonho de chegar à Europa, mesmo depois de sucessivas detenções e deportações junto à fronteira, seja pela polícia espanhola ou marroquina.Nas palavras dos autores este filme "parte em contracorrente a este fluxo dirigindo-se de Norte para Sul em busca dos migrantes que atravessam o deserto – heróis nómadas dos tempos que correm, em luta contra uma abstracção: a ideia de fronteira".

O documentário "Bab Septa", foi o vencedor da competição nacional do DocLisboa de 2008, tendo já antes sido premiado em 2006 no Concurso de Pesquisa e Desenvolvimento do ICAM (Instituto de Cinema Audovisual e Multimedia), e o prémio "Marseille Esperance" do Festival Internacional de Documentário de Marselha.

10.11.08

4 Noites 4 Filmes todas as 5º feiras



5.11.08

Passagem filme antes do concerto

A tourné de LOS DOLARES é um benefit para a criação de um fundo de apoio a imigrantes. Apareçe antes para ver o documentário de Sérgio Trefaut LISBOETAS
« Lisboetas é um documentário político sobre a vaga de imigração que nos últimos anos mudou Portugal.
Lisboetas é o retrato de um momento único em que o país e a cidade entraram num processo de transformação irreversível.
Lisboetas é um filme que rejeita o habitual tratamento jornalístico e aborda a experiência humana dos imigrantes da grande Lisboa de um ponto de vista cinematográfico.
Lisboetas é uma janela secreta sobre novas realidades: modos de vida, mercado de trabalho, direitos, cultos religiosos, identidades. É uma viagem a uma cidade desconhecida, a lugares onde nunca fomos e que estão aqui.
Lisboetas é um retrato por dentro. A palavra é dada aos recém chegados. Talvez por isso, como escreveu a crítica do “Público” Kathleen Gomes, “os estrangeiros aqui somos nós”.
Lisboetas não é um filme dogmático, mas é um filme incómodo e que deixa muitas questões em aberto - por que é difícil avaliar o quanto tudo mudou e ainda pode mudar. »

1.11.08

8 de Novembro


10.10.08

8 ANOS DE OCUPAÇÃO

A COSA faz 8 Anos!
Dia 14, 3ª-feira
15h: Workshop Fibra de Vidro
17h: Paintball com fisgas
22h: Concertos "As míticas bandas da casa". Insulto. Disastro Sapiens. Tintura D'Ódio
na KŸLAKANCRA - Vila Okupada dos Subúrbios de Setúbal
Dia 15, 4ª-feira
21h: Projecção do filme "Bab Sebta"seguido de conversa com os realizadores
No Espaço Lança Estrada da Graça, nº190 (antiga Zaragata) Setúbal
Dia 16, 5ª-feira
19h: Debate e Merenda:
Questões de género "Rapaz vs Rapariga ou pura estupidez?"; "Eu, tu, elx, nós , elxs, ..." na COSA
Dia 17, 6ª-feira
FESTA CASINO pela noite dentro...
Com Torneios de Gambling e Karaoke Dj Arthrit (2ª aparição desde o milagre de fátima) na COSA
Dia 18, Sábado
15h: Festa, Xurrascada e Cinema na rua, para Amigxs e Vizinhança
21h30: Projecção de documentário sobre lutas nas prisões da grécia no "jardim" da COSA

CASA OKUPADA de SETÚBAL AUTOGESTIONADA
Rua Latino Coelho, nº2
Bairro Salgado

3.10.08

Sexta 10

24.9.08

Segunda 29


23.8.08

Próximo Sábado 30 Agosto


Por Setúbal...



18.7.08

Começa HOJE !!!!

É no Monte da Minhota no Carregueiro (Aljustrel)... (estação Comboios Castro Verde Almodôvar; segundo monte no sentido carregueiro para aljustrel à direita)

Sexta 18
18.00 Conversa: Punk? Onde anda o anarko-punk...
21.00 Janta
22.00 Concertos I.A.C. (évora/montemor) DISASTRO SAPIENS (arredores lisboa) FOCOLITOS (lisboa) ALBERT FISH (lisboa)
Sábado 19
11.00 Feira da Troca e Workshop Construção de fornos solares
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Espaços Contra a Autoridade: de okupas e espaços libertados à ideia de espaço público
18.00 Projecção/Conversa: Filme “Brad Will: Uma noite mais nas barricadas”. Rebelião popular em Oaxaca, México. Com a presença do seu autor
21.00 Janta
22.00 Concertos ESKUMALHA (figueira cavaleiros) MOTU (lisboa/barreiro) DOKUNGA (Porto) SEM TALENTO (santo andré) CAMARA DE GAS (madrid)
Domingo 20
11.00 Workshop: Recolha de Sementes
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Alentejo, Salvem-me Porra!!! A destruição da paisagem no Alentejo pós Alqueva…
18.00 Conversa: Para uma Ética Alimentar: que sustentabilidade para o vegetarianismo (o caso específico da soja) e o consumo da carne através da caça?
21.00 Janta
22.00 Concertos COLUNA DE FERRO (lisboa) INSULTO (kylacankra) 2 SEMI COLCHEIAS INVERTIDAS (lisboa) MÁRIO O TROVADOR (cascais)

15.7.08

Dia 17 em ÉVORA


10.7.08

Feira da Troca 19 de Julho


Porque nesse fim de semana de convívio, no Festival do CCA Gonçalves Correia, queremos ter também um espaço onde o dinheiro fica de fora. Uma “feira da ladra” para trocar tudo: livros, roupa, brinquedos, cd’s, comida, etc. Aquilo que temos a mais ou acumulado em casa por aquilo que nos falta ou nos dá gozo…
Porque gostávamos que aí se juntassem pessoas da zona que quisessem vir a retomar uma Feira da Troca mensal, como já aconteceu em Messejana (Aljustrel). Para valorizar os produtos caseiros e criar um espaço que mostre na pratica que nem tudo se ganha só com dinheiro.
Traz as tuas “trocas” pró festival ou aparece Sábado, dia 19, a partir das 11.00, para a Feira que acontece em paralelo com workshop de construção de fornos solares… No Monte da Minhota (Carregueiro) no festival CCA Gonçalves Correia.

8.7.08

Workshops no festival

Sábado dia 19 - 11.00 - Construção de Fornos Solares
Domingo dia 20 - 11.00 - Recolha de Sementes (Associação Colher Para Semear)

Sábado à mesma hora do Workshop FEIRA DA TROCA

2.7.08

Cartaz Festival CCA


Clica na imagem para veres melhor!

Sexta 4 Julho em Setúbal