
19.2.08
Sexta-Feira 22 de Fevereiro a partir das 20h.

12.2.08
Próximo Fim de Semana

9.2.08
Solidariedade com António Ferreira na Holanda

http://agamsterdam.wordpress.com/2008/02/04/zaterdag-9-februari/
8.2.08
Sábado 16 Fevereiro

7.2.08
4.2.08
Morte a tudo o que é Rei!
30.1.08
Próximas actividades do CCA e do Club

Aqui vão algumas dicas para o que vai estando programado acontecer por estes lados...já sabem em Aljustrel no Club Aljustrelense, a cargo do CCA Gonçalves Correia. Apareçam.
01 de Fevereiro (Sexta feira próxima)
Lançamento da revista Bíblia (nº27 e 28)
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia
" A revista Bíblia já leva mais de 10 anos como um espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura. Existe desde Abril de 1996 e lançou até agora 27 números. Neste momento tem periodicidade trimestral e a tiragem é normalmente de 2000 exemplares. Calculamos que estejam distribuídas cerca de 50000 revistas até à data. A revista Bíblia caracteriza-se pela variedade das áreas artísticas que abrange, como a ilustração, desenho, fotografia, pintura, design, banda desenhada, video prints, prosa, conto e poesia. A revista não exclui abordagens à arquitectura, cinema, teatro e música. Pelas páginas da revista, que funciona como espaço de encontro de uma geração, já passaram cerca de 600 colaboradores nacionais e internacionais.”
http://www.revista-biblia.com/
15 de Fevereiro
O Cão (a confirmar)
www.myspace.com/ocao
16 de Fevereiro
Oficina Prática de Informação (15.00)
«Suporte Básico de Vida - noções básicas de primeiros socorros»
Divulgação de várias ideias básicas de saúde - A causa das doenças é o mau trato (demasiada actividade e descanso insuficiente produz esgotamento) - Esgotamento é intoxicação (intoxicação e desintoxicação) - Está tudo ligado (o sintoma é um alerta para algo mais profundo) Explanação sucinta do plano de acção do socorrista e noções básicas de primeiros socorros - PAS (proteger, alertar e socorrer) - Alguns casos concretos que poderão ocorrer - Como actuar? e o que poderemos fazer? - Suporte básico de Vida Objectivos: Não se trata de uma acção de formação mas sim de divulgação de informação. Para além de uma sucinta explicação de um visão holística da saúde, os/as presentes irão ser incentivados a pensar como melhor intervir numa situação "extrema" em que uma pessoa se encontra indefesa e a necessitar de ajuda e ou cuidados médicos. Irão simular-se várias situações típicas de quadros de socorrismo, que diariamente se podem encontrar em qualquer parte, onde o interessante será a intervenção com poucos ou nenhuns meios de socorro. (3h30m)
Oficina da responsabilidade de Ricardo Valério e Karine Calligaris, terapeutas de Medicina Tradicional Chinesa.
23 de Fevereiro (22.00)
Concerto
Extreme Retaliation (Metal de Estremoz)
01 de Março
Conversa e troca de ideias com os companheiros de Sevilha acerca da sua experiência de 6 anos no Centro Social Okupado e Autogestionado de Sevilla, bem como acerca de todo o processo de despejo de que foi alvo.
Segue-se concerto (a confirmar Abandalhados e Pelintras)
15 de Março
Concerto (da Suécia a anunciar...)
29 de Março
II Festival Anti-Fascista Português organizado pelo
MOVIMENTO ANTIFASCISTA PORTUGUÊS
Apresentação e conversa com o colectivo MAP e 5 bandas noite fora...
http://www.accaoantifascista.pt.vu/
29.1.08
Regicidio

Em Defesa da Verdade (por Carlos Ferrão)
A Ditadura de João Franco (documentos) O Caçador Simão (por Guerra Junqueiro)
Manuel Buíça e Alfredo Costa – mártires injustiçados (por Carlos Esperança) Carta-testamento de Manuel Buiça
Iconografia (exaustiva) do Atentado (litografias/gravuras)
O Atentado de 1 de Fevereiro segundo D. Manuel II
27.1.08
Acerca do Regícidio... em Castro Verde

Ao longo dos anos, o 5 de Outubro tem caído no esquecimento e a sua comemoração num vazio quase profundo, desvalorizando-se todo o trabalho de transformação social que a implantação da República trouxe ao Portugal dos princípios do século XX.
É nesta perspectiva que a Câmara Municipal de Castro Verde vai dinamizar um programa evocativo da República, importante do ponto de vista cultural e social, visando a reflexão sobre os acontecimentos em causa e deixando uma marca cultural em torno desta efeméride, com iniciativas que decorrerão de Janeiro de 2008 a Outubro de 2010, data que assinala o Centenário da República. Centenário do Regicídio
31 Janeiro (Quinta-Feira)
Descerramento de placa evocativa de Alfredo Luís da Costa. Participação da Banda Filarmónica 1º de Janeiro. Largo de Casével. 16h00
Dia 1 Festa da Biblía!!!

Festa de Lançamento da revista Bíblia (nº27 e 28) em Aljustrel
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia
" A revista Bíblia já leva mais de 10 anos como um espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura. Existe desde Abril de 1996 e lançou até agora 27 números. Neste momento tem periodicidade trimestral e a tiragem é normalmente de 2000 exemplares. Calculamos que estejam distribuídas cerca de 50000 revistas até à data. A revista Bíblia caracteriza-se pela variedade das áreas artísticas que abrange, como a ilustração, desenho, fotografia, pintura, design, banda desenhada, video prints, prosa, conto e poesia. A revista não exclui abordagens à arquitectura, cinema, teatro e música. Pelas páginas da revista, que funciona como espaço de encontro de uma geração, já passaram cerca de 600 colaboradores nacionais e internacionais.”
http://www.revista-biblia.com/
19.1.08
26 de Janeiro

14.1.08
Recordar o 18 de Janeiro de 1934

2.º Ganha sentido, sim, «recolocar» o 18 de Janeiro na sua dimensão histórica exacta: um movimento operário insurreccional, que visava a reconquista das liberdades sindicais, a par do derrube do regime do Estado Novo.
3.º Neste contexto, a Marinha Grande é um episódio «mediático» (assim o diríamos na linguagem corrente), porque envolve uma ocupação da vila pelos revoltosos — ainda que de duração muito curta —, o assalto aos correios e a rendição da GNR. Sobretudo esta é, de facto,
paradigmática. Mas não há greve, não houve «soviete» nem içar de bandeira vermelha nos Paços do Concelho.
de trabalhadores de outras correntes político-sindicais.
5.º Fica igualmente comprovado que o movimento operário insurreccional, de que expressões concretas vão ter lugar para além da Marinha Grande, se gera e desenvolve com oconcurso das duas principais correntes sindicais — a anarquista e a comunista — e com o envolvimento dos sindicalistas socialistas ( a Federação das Associações Operárias) e da corrente sindicalautónoma (COSA — Comité das Organizações Sindicais Autónomas).
Não me parece que seja muito importante, hoje, «contar espingardas», ou seja, procurar apurar se os anarquistas foram mais decisivos do que os comunistas, ou se os socialistas ou os autónomos não tiveram significado relevante. Houve uma convergência de esforços, emergiu uma implicação de todos — mesmo que não tenha ocorrido uma unidade estratégica, organizativa, táctica, como parece evidente pela comprovação dos desencontros, pelas falhas de articulação, pelas recriminações que, «antes e depois», choveram de uma banda e de outra, em recíprocas acusações.
7.º Neste contexto, importaria retirar a conclusão de que o «18 de Janeiro» merece ser comemorado, doravante, não apenas na Marinha Grande, como tem sido tradicional, mas também em Silves, em Sines, em Almada, zonas onde a «história que se fez» deixou na tumba as ocorrências — essas, sim, muito significativas — do que ali se passou; mas onde a «históriaque hoje rompe novos véus» já permite, sem margem para dúvidas, reconhecer que o «18 de Janeiro» é ali que conquista contornos historicamente mais iluminantes. Em suma, Silves, Sines, Almada, precisam de ser «transladadas» da campa rasa em que as colocaram para o «panteão» do verdadeiro «18 de Janeiro».
http://www.ics.ul.pt/publicacoes/analisesocial/recensoes/rec162/henriquerodrigues.pdf
2.1.08
18.12.07
Lançamento da revista Húmus nº 4
Editorial do Húmus nº 4
Um período mais longo do que o habitual separou o lançamento deste quarto número da revista Húmus em relação ao seu predecessor. Felizmente, este espaço de tempo foi relativamente abundante em acontecimentos e projectos que apostaram em romper com o habitual marasmo conformista deste país em que a contestação fora dos limites estabelecidos e dos enquadramentos institucionais acaba quase sempre por parecer aos olhos de muitos como algo de exótico. Na tarde de 25 de Abril, precisamente quando o tradicional e rotineiro desfile comemorativo acabava de percorrer a Avenida da Liberdade, arrancou da Praça da Figueira uma manifestação antiautoritária, antifascista e anticapitalista, composta por cerca de cinco centenas de pessoas determinadas em fazer da Liberdade algo mais do que um nome de avenida, contra o domínio do Estado e do Capital sobre as nossas vidas e contra a crescente presença da extrema-direita na sociedade. Após o término do percurso do protesto no Largo de Camões, um grupo de centena e meia de manifestantes, que resolveu prolongar a manifestação, foi cercado e atacado pela polícia na Rua do Carmo, tendo resultado deste confronto vários feridos e onze detidos. Ainda no dia 29 desse mesmo mês de Abril foi ocupado em Coimbra um edifício pertencente aos antigos hospitais da universidade. O objectivo dos ocupantes era “a criação de um espaço diferente, de debate e convivência num ambiente anti-capitalista e anti-autoritário”. O projecto durou até ao dia 11 de Julho, quando o edifício foi desocupado pela polícia. No início de Junho, enquanto se realizava na Alemanha a cimeira do G8, também em território português várias iniciativas marcaram os protestos contra os poderosos deste mundo. Em Abril, em Aljustrel, e em Julho, no Porto, libertários de várias proveniências reuniram-se para debater e encontrar formas de superar os problemas de comunicação e união no “movimento” libertário. Foi mais um passo, não menos importante que outros que continuam a ter lugar, no sentido de criar lugares de debate entre anarquistas, que possibilitem uma maior comunicação e a criação de possibilidades de convergência na acção. Em Agosto, a acção do movimento “Verde Eufémia” contra os Organismos Geneticamente Modificados, através da destruição de um hectare de uma plantação de milho transgénico em Silves, interrompeu a calmaria do Verão, enfurecendo os defensores da propriedade privada e da “liberdade” de negociar à custa da biodiversidade e da saúde das pessoas. Em Outubro, a COSA – casa ocupada em Setúbal –, comemorou os seus sete anos de resistência com um programa vasto que incluiu, entre outras iniciativas, debates, emissões contínuas de rádio e mesmo um percurso pela memória anarquista da cidade de Setúbal. A manifestação de 25 de Abril e o episódio da ceifa de Silves seguiram-se de um alucinante circo mediático armado em torno dos mesmos. No primeiro caso, o total desconhecimento dos media em relação a quem eram e ao que movia os manifestantes deu lugar à invenção da notícia e a uma posterior “caça ao anarquista” em busca de matéria para escrever artigos sensacionalistas. Já no segundo caso, o movimento “Verde Eufémia” tentou servir-se dos media para veicular a sua causa, anunciando previamente aos mesmos a sua acção. As imagens da acção, repetidamente veiculadas por noticiários televisivos e por jornais, suscitaram uma reacção massiva dos escribas e porta-vozes do “Estado de Direito democrático” contra a violação da propriedade privada. Concluindo, o tratamento mediático dado a ambos os acontecimentos enquadrou-se maioritariamente na já frequente lógica de criminalização, folclorização e, assim, tentativa de isolamento dos contestatários, reconfirmando as limitações (ou impossibilidade?) das estratégias de utilização dos media por movimentos sociais que escapem às lógicas de participação-integração-neutralização democráticas. Neste contexto de totalitarismo democrático-capitalista, em que qualquer acção de contestação é rapidamente classificada pelos aparelhos mediático-policiais como perturbadora da “ordem pública”, logo “anti-democrática”, é de saudar o aparecimento de cada vez mais projectos de informação alternativa. Tão só nos meios libertários assistimos ao aparecimento de publicações impressas como o Pica Miolos, o Alambique e o Motim e de projectos como a Rádio Libertária on-line, para além dos inúmeros blogs e sites contra-informativos que vão povoando a Internet. O cenário editorial libertário é hoje mais fértil do que quando, há cerca de ano e meio, arrancámos com o projecto da revista Húmus. E, se de nós depender, esta tendência continuará a aprofundar-se.
Solidariedade com Atenco

4.12.07
30.11.07
26.11.07
24.11.07
A caminho da CasaViva dias 14 a 17 de Dezembro

Permacultura: 1 e 2 Dezembro em Ferreira do Alentejo

– 1 e 2 de Dezembro de 2007 – Ferreira do Alentejo – Centro Cultural Manuel da Fonseca
Sábado e Domingo das 10.00h. às 18.00 com almoço entre as 13.00h. e as 14.00h.
Inscrições (gratuitas) no Museu Municipal de Ferreira do Alentejo. Na Esdime por telefone (284 650 000/932950028 –natàlia), por fax 284 655 274 ou por e-mail; natalia.tost@esdime.pt
19.11.07
14.11.07
Sábado dia 24 de Novembro

Um convite à reflexão e ao debate sobre o carácter propagandista da imprensa dominante, e um convite à criação de jornais e outros meios de informação alternativa.
(…) Os jornalistas devem colocar a si próprios a primeira questão: que fazer?
Ficar acoplado à ideia de que é possível disputar a luta pela verdade no mesmo tabuleiro dos donos da notícia, e estar, desse modo, disposto a ser ardina da mentira, ou antes partir, de armas e bagagens, para a trincheira onde estão os dispostos a combater o apagamento organizado da memória colectiva?
(…) Porque a liberdade não está ao alcance de quem a entende mas de quem a detém, tal qual dizia uma das frases inscrita nas paredes da República Prá-kys-tão: “liberdade é a palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique, nem ninguém que não entenda”.»
de “Ardinas da Mentira” de Renato Teixeira, edições Dinossauro, 2007
Drum’n’Bass e Hard Stepping DUB
Ateliers de Permacultura

Workshops de Permacultura (org. GAIA- Centro de Convergência e ESDIME)
1 e 2 de Dezembro em Ferreira do Alentejo
e já nos próximos dias 24 e 25 de Novembro em Vale del Rei / São Martinho das Amoreiras (Sábado e Domingo das 10.00h. às 18.00 com almoço entre as 13.00h. e as 14.00h)
Alojamento; (opcional): Dormida (pequeno almoço incluído) – Camarata - 10€/pessoa Quarto de Casal - 20€/pessoa) - Precisa-se confirmação até dia 21 de Novembro
Refeições: (opcional) 7€ cada (possibilidade de prato vegetariano) – Precisa-se confirmação até dia 21 de Novembro.
Inscrições; (gratuitas)
Programa detalhado e Fichas de inscrição:
Na Junta de Freguesia de São Martinho das Amoreiras e no Centro Social de São Martinho das Amoreiras; Na Esdime por telefone (284 650 000/932950028 –natália), por fax 284 655 274 ou pelos e-mail: natalia.tost@esdime.pt, andrevizinho@gaia.org.pt ou ruimendesferreira@gmail.com.
12.11.07
6.11.07
Os transgénicos chegam ao palco

Vem participar numa peça espectacular!
Durante o mês de Novembro vamos criar no Centro Social da Mouraria uma peça sobre transgénicos,com elementos de Teatro-Forum,para apresentar em escolas, na rua e junto das comunidades
Durante o workshop vamos:
aprender sobre os transgénicos
criar uma peça
escrever o texto
trabalhar na expressão corporal e de voz
criar um cenário (música, adereços, imagens)
O workshop é gratuito, mas exige comprometimento e disponibilidade durante os ensaios e as exibições
Escrever carta de motivação para eclipsearte@gmail.com ou csm@gaia.org.pt
As datas de ensaio serão definidas no primeiro encontro, dia 7 de Novembro no Centro Social de Mouraria
2.11.07
10 de Novembro
31.10.07
Já há um blog da crise soci@l zine.

22.10.07
CCA Gonçalves Correia em Novembro...

Dia 10 de Novembro
“República, Liberdade e Fraternidade: o local (Aljustrel) como espaço de análise de um conflito (1910-1933)”.
por Paulo Guimarães
Apresentação do livro “Ardinas da Mentira” e do Jornal Popular “Mudar de Vida”. Um convite à reflexão e ao debate sobre o carácter propagandista da imprensa dominante, e um convite à criação de jornais e outros meios de informação alternativa.
Por Renato Teixeira e outros.
19.10.07
Concertos 31/10 - ETACARINAE/EXKUMALHA

17.10.07
Cancelamento do concerto dia 23
10.10.07
Este fim de semana em Setúbal
9.10.07
8.10.07
28.9.07
Lançamentos do Alambique

Aparece para a sua apresentação com conversa e convívio com açorda alentejana…
Dia 4 (quinta) em Aljustrel no Clube Aljustrelense pelas 20.00
Dia 5 (sexta) em Cacilhas, Almada no Centro de Cultura Libertária pelas 17.00.
rua cândido dos reis 21 http://culturalibertaria.blogspot.com/
Dia 6 (sábado) no Porto na Casa Viva pelas 20.00
praça marquês pombal 167 http://www.casa-viva.blogspot.com/
25.9.07
21.9.07
Início das actividades

1. Aparelho próprio para realizar destilações –
2. Fig. Aquilo que serve para apurar ou aprimorar
Depois de alguns meses em fermentação o ALAMBIQUE começa a destilar.
Esta é uma publicação que surge do projecto anarquista Centro de Cultura Anarquista (CCA) Gonçalves Correia, que se movimenta entre Aljustrel, Ferreira do Alentejo e Castro Verde e restante Baixo Alentejo. Já em 2003 o CCA de Ferreira do Alentejo juntara na difusão do pensamento libertário diversos companheir@s da região. De há um ano para cá, ressurge o CCA, agora denominado Gonçalves Correia (em nome da mais renomeada herança anarquista da zona), junto do Club Aljustrelense, espaço que periodicamente abre portas às nossas iniciativas.
Os objectivos: estreitar as afinidades libertárias e procurar divulgar através de várias iniciativas públicas diversas questões e problemas que combatam a apatia, o medo e o conformismo que nos sufoca. Dar viva voz ao protesto.
O ALAMBIQUE surge depois de um ano de actividades no Clube, onde o projecto assentou arraiais. A necessidade de dar a conhecer o que fazemos, de sair portas fora tornou-se ao longo deste tempo algo imperativo. Não apenas com vista a um alcance maior, mas para quebrar com a passividade de nos fecharmos num getho, numa tribo, com os mesmos de sempre. Nesse sentido o Club Aljustrelense só por si, é isso mesmo: um clube. E o nosso projecto pese querer contribuir sobremaneira para a sua dinamização, nunca pretendeu encerrar-se na dinâmica fechada de um espaço que tem a sua vida própria com as suas virtudes e os seus defeitos.
Nesta nossa (des)construção afirmamos não apenas a crítica ao insaciável capitalismo e autoritarismo que nos rodeia. Queremos também, informal e livremente, que a nossa festa e o nosso companheirismo não seja a alienação que nos querem impor, mas a revolta com que queremos aprender a viver.
1.7.07
Dia 13 de Julho NATUREZA MORTA em Aljustrel


PRÉMIO ATALANTA FILMES PARA MELHOR DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS- DOCLISBOA 2005
27.6.07
Anarko Punk Fest em Odemira Dia 14 Julho
seguido de debate com a presença de um dos seus autores José Tavares
alargado ao mote
"Anarquismo: da memória ao presente"
à noite Concerto com
19.6.07
Pik-nik na barragem do roxo [ervidel] 23/06/07

O C.C.A. promove encontro/convívio, fora do espaço físico que o acolhe, desta vez na Barragem do Roxo [perto de Ervidel] com várias actividades entre ela a limpeza de zonas mais poluídas nas imediações da barragem. O encontro está marcado para as 10h30 na Barragem.
Toda a ajuda é bem vinda.
12.6.07
Dia 16 Pelo KÖPI em Aljustrel !

O KÖPI NÃO RESISTE A SÓS! Manifestações, outras acções espectaculares junto as embaixadas e consulados da Alemanha, companhias privadas alemãs, bem como institutos e associações de cultural alemã de projecção no estrangeiro, serão apropriados alvos de reivindicação e revolta. Propõem-se posters, panfletos, grafittis, actividades performativas e todo o tipo de intervenções intravenosas que se rebelem pelo KÖPI! Festas e concertos de beneficência são impreterivelmente bem vindos!
Mais info: www.koepi.squat.net Doações podem ser feitas por transferência: SKI e VIBAN: DE26100100100671802102, SWIFT/BIC: PBNKDEFF
16 junho-Clube aljustrelense. Desde as 19 Hrs.
Benefit kopi - conversas sobre G-hate,
Lançamento do livro "Guerra? Qual guerra?!"
Jantarada Vegana.
Concerto:
ESKUMALHA (punk da figueira dos cavaleiros)
PROTESE INVOLUNTÁRIA (punk de todo o lado dos caldos da rainha)
DISASTROSAPIENS (punk fudido de lá pós lados de Lixboa)
8.6.07
ECOTOPIA EM AGOSTO
Aproxima-se a realização do ECOTOPIA em Aljezur de 4 a 19 de Agosto. Informa-te sobre o mesmo. Lá nos veremos em Agosto. Umas notas acerca do mesmo…
O Ecotopia é um acampamento anual de activistas de toda a Europa e um encontro aberto a todas as pessoas interessadas em questões ambientais e de justiça social. É organizado pela EYFA (Juventude Europeia pela Acção) e por cá acolhido pelo GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental). É proposto como um local de aprendizagem, partilha de experiências e difusão de informação sobre questões ambientais, sociais e políticas, entre outras. O tema escolhido este ano são as migrações, que terão especial relevância nos dias 10, 11 e 12 de Agosto.
O Ecotopia é igualmente um modelo funcional de comunidade auto-sustentável que coloca em prática os princípios de um estilo de vida alternativo e mais amigo do ambiente: tomadas de decisão por consenso, reciclagem de lixo, refeições vegetarianas, uso de energias alternativas... Tem uma estrutura horizontal (não-hierárquica) e auto-organizada. Durante o acampamento todas as decisões são tomadas pel@s participantes no círculo da manhã e tod@s são responsáveis pela criação do programa, resolução de problemas e realização das tarefas diárias. De qualquer pessoa que se junte ao Ecotopia é esperado alguma ajuda na organização e funcionamento do encontro. Isto significa que cada uma deve tomar parte activa num dos grupos de trabalho diários de modo que as equipas possam rodar e tod@s no Ecotopia possam ter as mesmas possibilidades de trabalhar, participar nas oficinas e descansar. As pessoas voluntariam-se para ajudar nas várias tarefas, tais como apanhar lenha, recolher água para os duches, escavar fossas para os sanitários, limpar, etc. Para realmente saberes o que é viver numa comunidade sustentável tenta realizar cada uma das tarefas pelo menos uma vez. Se vires algo que deva ser feito, fá-lo!
O Ecotopia funciona no sistema de ecotaxas, o que significa que cada um no Ecotopia paga pela comida o mesmo que pagaria no próprio país.
Ecotopia 2007 – As Migrações
As migrações não são algo novo. Desde sempre os povos deixavam os seu lares à procura de melhores condições de vida, tanto dentro como fora do seu país de origem. Mas hoje em dia tem-se vindo a tornar num tema cada vez mais sensível para os governos e para a sociedade em geral.
A globalização económica e a industrialização deram um novo “empurrão” à migração global. Uma vez que o modelo económico no qual vivemos exacerba as desigualdades entre nações, e coloca em risco as condições sociais e ambientais de muitos povos, a migração para muitos torna-se não numa escolha, mas numa necessidade. Temas como refugiados, fronteiras, ilegalidade, trabalho precário, êxodo rural, desertificação, racismo e muitos outros cada vez mais vêm à tona.
Na edição do Ecotopia de 2007 gostaríamos de focar o tema das migrações humanas, reflectindo nas suas causas, assim como no efeito e na reacção que provoca na sociedade e nas políticas governamentais, de diferentes perspectivas:
-Justiça ambiental e as deslocações ambientais causadas por razões humanas como a desflorestação, desertificação e seca, plantações (eucaliptos, agrocombustíveis, sumideiros de carbono) e alterações climáticas;
-Justiça social, abordando temas como a discriminação e ilegalidade, e salientando contradições como Globalização Versus migração ilegal, e a lógica do “bom emigrante” (socialmente aceite, turista proveniente de países ricos) Versus “mau emigrante” (que sofre discriminação, proveniente de países pobres).
17.5.07
FEIRA DA TROCA \\20\05\07_domingo
Trocar de roupa é a sugestão da Feira da Troca que continua a acontecer ao 3º domingo de cada mês a partir das 17H00 no parque infantil (perto do Rianço) em Messejana.
10.5.07
Folheto - "Contra o fascismo, Contra o capital"
http://portugal.indymedia.org/ler.php?numero=128823&cidade=1
7.5.07
Sábado 26 - "Ghost Mice" no Club
Ghost Mice é uma banda folk-punk formada por dois integrantes vinda de Bloomington, EUA. Ghost Mice foi criado das cinzas da banda pop-punk anterior Operation: Cliff Clavin. Chris Johnston (mais conhecido como Chris Clavin) e Hannah, que tocavam guitarra e baixo respectivamente, decidiram fazer a produção acústica assim podendo viajar mais e tocar mais facilmente em quase todos os lugares.Nas suas próprias palavras: "Nós tocamos 100% acústico. Nós nunca usamos amplificadores ou microfones (exceto uma vez no Plan-It-X Fest). Temos tocado juntos em bandas por cerca de 7 anos. Nós começamos o Ghost Mice em 2002 porque nós estávamos cansados de ser restritos. Nós estávamos cansados de ter que viajar em grandes vans e depender de amplificadores, sistemas PA e eletricidade. Com o Ghost Mice nós podemos viajar com pouca coisa e quase nada pra tocar. A gente toca frequentemente em quintais ou em esquinas de grande centros. Nós viajamos pelos EUA várias vezes e pela Europa (Alemanha, Países Baixos, Dinamarca, Áustria, França, Espanha, Bélgica, Inglaterra, País de Gales, Escócia, e Irlanda) a pé. Nós pedimos carona e pegamos trem para todos os nossos shows. Isso foi engraçado e bem libertador. Nós cantamos uma mistura de letras políticas e pessoais, somos anarquistas, dedicados ao faça-você-mesmo e à luta de fazer do mundo um lugar melhor. Nós tocamos música e viajamos por diversão e para conhecer novas pessoas. Música significa nossas vidas. Nós amamos viajar. Somos legais e um pouco tímidos."
Hannah deixou seu baixo a favor de um violino. As letras do Ghost Mice envolvem na maioria das vezes ter uma percepção positiva na vida; andar de bicicleta, comer comida saudável, amar, e ser punk são todos os tópicos cantados nas suas músicas. O slogan do Ghost Mice, "Punk as Folk" (algo como "Punk como o Povo"), é uma forma fantástica de descrever suas músicas, letras, e tudo que é Ghost Mice.
Materiais do Ghost Mice estão disponíveis através da gravadora do Chris Johnston, Plan-It-X Records ou através dos respectivos selos que os lançaram.














