3.4.08

Noite D.I.S.C.O. 80's


Cinema no Club Aljustrelense


28.3.08

II Festival Anti-Fascista 12 de Abril em Aljustrel


21.3.08

Flyer concertos (distribuido à porta) 21 e 22 Março

Meredith Stern http://justseeds.org


Isto é “Anarquismo Verde”
Civilização é exploração
A sociedade de massas é demasiado complexa para trabalhar sem especialização. A divisão especializada do trabalho aliena-nos do resto e cria uma hierarquia necessária para coordenar a produção. A hierarquia divide a sociedade entre quem tem poder, e quem não tem poder é tratado como um objecto a ser explorado.
A exploração por motivos de classe, género, etnia e preferência sexual é intrínseca à sociedade de massas. A sociedade de massas não pode ser reformada. Deve ser modificada.
O pequeno é o ideal
A sociedade de massas deve ser reestruturada para comunidades suficientemente pequenas para que cada pessoa seja respeitada, como indivíduo autónomo. Nas pequenas comunidades a autodeterminação modificaria a hierarquia. Não podes combater o massivo com o massivo. Se os nossos meios e fins têm de ser consistentes, devemos organizar-nos em redes de pequenos grupos autónomos para modificar a sociedade de massas.
Terra ou morte
A sociedade de massas enjaula as pessoas. Controlando os recursos da Terra, o Estado controla a sociedade. Devemos acabar com a nossa dependência do Estado recuperando a Terra e vivendo de maneira auto-suficiente. Restaurando a nossa relação com a Terra deitamos abaixo o pensamento hierárquico que a está destruindo.
Revolução na periferia
A sociedade de massas necessita de recursos de todo o planeta para sobreviver. Os mais explorados por ela são aqueles que trabalham a terra no terceiro mundo, para verem o fruto do seu trabalho a ser exportado para os mais ricos. Não têm nada a perder recuperando a terra para eles mesmos. Quantos menos recursos sejam importados do Terceiro Mundo, menos capaz será a sociedade de massas de expor mercadorias nos seus países do Primeiro Mundo. As pequenas comunidades autónomas e auto-suficientes serão mais necessárias e fáceis de estabelecer à medida que o Estado perde o controlo sobre o resto do planeta.
Autonomia agora!
Devemos apoiar a revolução na periferia fazendo a nossa própria revolução aqui. Devemos compartilhar os conhecimentos necessários para sobreviver sem o Estado, criar uma cultura de resistência que nos liberte da alienação da sociedade de massas, viver livres de exploração boicotando os bancos e as multinacionais, construindo uma economia alternativa “verde e negra”, defendendo-nos a nós mesmos e à Terra usando a acção directa contra as bases militares, os laboratórios, os promotores e indústrias, contra a exploração e o fanatismo.
Green Anarchist – http://www.greenanarchy.org/

20.3.08

Concerto Sábado 29 Março


16.3.08

II Festival Anti-Fascista 12 de Abril em Aljustrel


12 de Abril (Sábado
no Club Aljustrelense a partir das 17.00… apresentação e conversa com o colectivo Acção Anti-Fascista.
E noite adentro concerto com ETACARINAE, M.A.D, DISASTRO SAPIENS, RELTHI...

primavera anarko punk... 21 e 22 Março



13.3.08

Sábado: Libertem Ferreira!!


Quem é António?
O nosso companheiro, nascido em 1940, num meio familiar economicamente pobre, não conformado com a desigualdade social a que estava submetido, pôs em pratica a sua rebeldia e foi detido pela primeira vez quando tinha 17 anos de idade. Já depois destes acontecimentos foi sequestrado mais três vezes pelo estado fascista (até 1974), e pelo actual estado democrático. No total já passou mais de 43 anos detido. Aproveitou o tempo de reclusão para ler, estudar por si mesmo e tomar maior consciência do mundo à sua volta. António é um libertário e um autodidacta.A leitura de várias obras e o contacto directo com a realidade prisional fizeram de António um cidadão esclarecido e preocupado socialmente, tornando-se protagonista activo de várias lutas pela justiça e pelos direitos de cidadania dos presos. Ele é hoje uma referência ética e cívica para os que não se deixam degradar pelo sistema, que não se atolam no lodaçal das drogas e dos tráficos, para os que não se vendem.Ao mesmo tempo que conquistou a admiração dos seus companheiros, António Ferreira foi sendo o alvo preferencial de alguns corruptos que se albergam sob a protecção do sistema prisional do Estado. O seu nome está associado a várias denúncias e é mesmo testemunha de processos judiciais envolvendo mortes suspeitas de detidos e actividades ilícitas de funcionários e directores. Corajosamente, denunciou violações dos direitos humanos e corrupções. A sua permanência dentro da prisão implica um risco eminente à sua vida, porque há já muito tempo que recebe ameaças de morte e sofre terríveis castigos.
Como pessoa que nunca deixou de reivindicar os seus direitos e convicções, que nunca se deixou amordaçar e que sempre manteve uma atitude combativa dentro da prisão, o António tem sofrido um tratamento muito discriminatório por parte de todo o aparato da “justiça”. No seu caso, não lhe estão a ser feitos os devidos cúmulos jurídicos (acumulação das penas para que o total nunca ultrapasse a pena máxima de 25 anos que a lei prevê), nem somas de penas, e “interpretando” as suas leis de uma outra maneira, há 4 anos que o António já poderia estar em liberdade condicional! Até 2007 já lhe foram atribuídos oficialmente 3 datas de “meio da pena” que correspondem a 3 diferentes “fórmulas matemáticas”, o que é irregular. Já não existem sequer razões para negar-lhe as precárias, mas eles inventam-nas.
O que não podemos permitir é que, por processos indirectos, o sistema faça pender sobre ele uma pena de prisão perpétua encapotada.
Actualmente, e após ter passado estes últimos anos pelos Estabelecimentos Prisionais de Caxias, Vale de Judeus e Paços de Ferreira, António encontra-se detido no E.P. de Pinheiro da Cruz, sujeito à classificação por parte da Direcção Geral de Serviços Prisionais (D.G.S.P.) como “preso perigoso”, e sujeito a escolta permanente (G.I.S.P.) em todas as suas deslocações.
O perigo, neste caso, é a dignidade e espírito crítico do António.

11.3.08

SÁBADO no Club


Alteração no concerto de Sábado - tal como antes anunciado - Mantem-se a conversa sobre ANTÓNIO FERREIRA DE JESUS e o benefitt nesse dia para edições em torno da situação das prisões em Portugal... Apareçe e APOIA!

Finlandeses à solta esta Quinta-Feira


Esta Quinta pelas 21.00 os finlandeses PART TIME KILLER no Club...
Punk-Rock melódico da Finlândia

4.3.08

Cinema no Club Aljustrelense


27.2.08

Sexta dia 7 Biblia + GAZUA + Canhões de Guerra




7 (sexta) a partir das 21.00


Lançamento da Revista BÍBLIA e concerto com GAZUA (power trio Punk Rock de Lisboa) e CANHÕES DE GUERRA de Tavira. Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia (nº27 e 28), espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura desde 1996

Programação Março CCA



1 (sábado) a partir das 17.00
Conversa com companheiros do Centro Social Okupado e Autogestionado Casas Viejas (Sevilha)
Concerto Punk Rock ABANDALHADOS (Odemira) ENFRASCADOS (Cascais)


7 (sexta) a partir das 21.00
Lançamento da Revista BÍBLIA e concerto com GAZUA (power trio Punk Rock de Lisboa)
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia (nº27 e 28), espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura desde 1996
www.revista-biblia.com/
www.myspace.com/gazua


13 (quinta) a partir das 21.00
Concerto PART TIME KILLERS (Punk-Rock melódico da Finlândia)
www.myspace.com/parttimekiller


15 (sábado) a partir das 17.00
Conversa sobre a situação de António Ferreira de Jesus.
http://libertemferreira.no.sapo.pt/
Concerto PAYASOS DOPADOS (punk rock reggae core ska de Badajoz a Évora) + banda a confirmar…noite dentro punk-hardcore-crust dj’s…
Janta vegetariana e bar benefit para projecto editoriais sobre a situação carcerária em Portugal.
www.myspace.com/payasosdopados3

22 (sábado) a partir das 21.00
Concerto ARTIGO 19 (Punk Acústico do Porto) e MÁRIO O TROVADOR (a viola e à voz subversiva de Cascais)

29 (Sábado) a partir das 21.00
Concerto O CÃO (guitarras, batidas, noise e rock de Lisboa) + Drum’n’Bass NSKET (de volta ao Club…)
www.myspace.com/ocao
http://www.badmood.net/

Adiantando… Abril

12 (Sábado) II Festival Anti-Fascista
A partir das 17.00…. apresentação e conversa com o colectivo Acção Anti-Fascista.
E noite adentro concerto com 5 bandas…http://www.accaoantifascista.pt.vu/

23.2.08

Casas Viejas no Sábado dia 1 de Março


Próximo Sábado voltam a Aljustrel para uma conversa, alguns companheiros do Centro Social Okupado e Autogestionado Casas Viejas, de Sevilha.
Uma conversa acerca desta experiência, enquanto durou e o seu mediático despejo. Uma troca de ideias e o que vier mais a dar... é a partir das 17 .00 no Club para aqueles que não aparecem só para os concertos. Depois, para os que ficam (pela janta vegetariana) e para os que sempre aparecem há concerto punk rock de volta com os ABANDALHADOS de Odemira, e pela primeira vez com os ENFRASCADOS.

Sobre Casas Viejas (desalojada em Dezembro último) ver

21.2.08

Concerto Sábado dia 23


Sábado dia 23, aqui por Aljustrel, é Grindcore de estremoz no Club Aljustrelense pelas 22.oo com os EXTREME RETALIATION...

19.2.08

[Indyzine] De novo nas ruas!


Está novamente disponível, depois de um longo período de espera, o indyzine, a publicação em papel do Centro de Media Independente. O projecto já tinha sido iniciado em 2004 e é agora retomado. O objectivo: passar a ter disponível nas ruas os editoriais publicados, para que desta forma possamos ultrapassar a dependência da internet. Como é normal nestas coisas, as actualizações são necessárias, pois pode passar algum tempo entre a sua publicação no site e a saída do indyzine. Sendo assim, o novo indyzine conta com os editoriais já publicados sobre o Despejo do Grémio Lisbonense 2, o caso 4F em Barcelona 1, 2, a expulsão de 21 imigrantes marroquinos 2, o mercado do Bolhão no Porto e a construção de um novo empreendimento turístico na Comporta. Esperamos assim que possa passar de mão em mão com a ambição de que a contrainformação se transforme numa arma de arremesso no nosso dia-a-dia. Descarrega, fotocopia, distribui. Descarrega aqui as duas páginas em A3 INDYZINE1 INDYZINE2

Sabado 23 de Fevereiro 17:30


Sexta-Feira 22 de Fevereiro a partir das 20h.


Festa Trashcore contra as prisões e jantar benefit na COSA em setubal. Benefit para projectos editoriais

12.2.08

Próximo Fim de Semana


No Sábado dia 16 - pelas 15 horas - recordamos que no CLUB ALJUSTRELENSE decorrerá uma oficina Prática de informação (entrada livre) "Suporte Básico de Vida - Noções Básicas de Primeiros Socorros" com dois terapeutas de Medicina Tradicional Chinesa.
Nesse Fim de Semana decorrem também actividades no Centro Social da Aldeia das Amoreiras.

9.2.08

Solidariedade com António Ferreira na Holanda


O Anarchist Group Amesterdam (anarcosindiclaista) vai levar a cabo umaacção de solidariedade com António Ferreira no próximo dia 9 de Fevereiro
http://agamsterdam.wordpress.com/2008/02/04/zaterdag-9-februari/

8.2.08

Sábado 16 Fevereiro


Divulgação de várias ideias básicas de saúde - A causa das doenças é o mau trato (demasiada actividade e descanso insuficiente produz esgotamento) - Esgotamento é intoxicação (intoxicação e desintoxicação) - Está tudo ligado (o sintoma é um alerta para algo mais profundo) Explanação sucinta do plano de acção do socorrista e noções básicas de primeiros socorros - PAS (proteger, alertar e socorrer) - Alguns casos concretos que poderão ocorrer - Como actuar? e o que poderemos fazer? - Suporte básico de Vida Objectivos: Não se trata de uma acção de formação mas sim de divulgação de informação. Para além de uma sucinta explicação de um visão holística da saúde, os/as presentes irão ser incentivados a pensar como melhor intervir numa situação "extrema" em que uma pessoa se encontra indefesa e a necessitar de ajuda e ou cuidados médicos. Irão simular-se várias situações típicas de quadros de socorrismo, que diariamente se podem encontrar em qualquer parte, onde o interessante será a intervenção com poucos ou nenhuns meios de socorro.

(3h30m)Oficina da responsabilidade de Ricardo Valério e Karine Calligaris, terapeutas de Medicina Tradicional Chinesa.

7.2.08

Este Sábado concerto no club




4.2.08

Morte a tudo o que é Rei!

Lisboa, 1 de Fevereiro de 2008

« Sou pelas greves como sou por todos os métodos de resistência utilizados pelos fracos, pelos oprimidos, em defesa dos seus legítimos interesses (...). O meu ódio maior, a minha mais viva repulsa, dirigem-se aos patrões burgueses que nos exploram e que sem altivez servimos.»
Alfredo Costa, segundo Aquilino Ribeiro (Um Escritor Confessa-se, Lisboa, 1974, p. 361)


«A elaboração do regicídio operou-se fora da nossa presença [dos republicanos] e sem a nossa cumplicidade (...). Não foi pois a revolução que o matou [D.Carlos], mas sim a anarquia.»
João Chagas, político republicano (Subsídios Críticos para a História da Ditadura, Lisboa, 1908, pp. 8-11)

Celebramos, no dia 1 de Fevereiro de 2008, o centenário de um acto glorioso de emancipação social como sempre é a execução de um rei. Os regicidas que, em 1908, levaram a cabo o bem sucedido atentado contra o rei e o príncipe herdeiro –, Alfredo Luís Pereira da Costa, ex-administrador do semanário sindicalista da sua classe profissional, «O Caixeiro», e Manuel dos Reis Buíça, professor do ensino livre –, eram homens de uma consciência social profunda, que os levou a sacrificar a sua vida pela concretização dos seus ideais de liberdade e igualdade social.Para muitos, como Buíça e Costa, a República surgia como uma possibilidade de realizar as aspirações por um mundo livre e igual. Seria também uma forma de acabar com a repressão que pendia sobre o crescente movimento operário e libertário, acabando com as famigeradas leis anti-anarquistas e com as prisões e deportações para África e Timor, de onde poucos voltavam.Mas as esperanças do povo que saiu à rua para implantar a República, em 5 de Outubro de 1910, foram frustradas, quando, instalados no poder, os republicanos se converteram em opressores tão ou ainda mais ferozes que os monárquicos. Por isso, o movimento operário, anarco-sindicalista, cresceu a partir de 1911 contra a República, enfrentando a sua repressão.Hoje, como nestes tempos, os governantes, qualquer que seja a sua cor política, servem sempre os seus interesses e os da máquina capitalista. Só a luta autónoma, auto-organizada e directa pela recuperação do controlo sobre as suas vidas, pode surtir algum efeito contra aqueles que nos oprimem e exploram todos os dias.

HOJE COMO ONTEM, GUERRA A TODOS OS QUE NOS OPRIMEM, MONÁRQUICOS OU REPUBLICANOS, FASCISTAS OU DEMOCRATAS!
@s amig@s de Costa e Buíça »

31.1.08

Adiado a Biblia amanhâ, Festa na Segunda!


Foi adiado o lançamento da Revista Biblia amanhã.

Mas, há festa no Clube na Segunda Feira dia 4!!!

30.1.08

Próximas actividades do CCA e do Club


Aqui vão algumas dicas para o que vai estando programado acontecer por estes lados...já sabem em Aljustrel no Club Aljustrelense, a cargo do CCA Gonçalves Correia. Apareçam.


01 de Fevereiro (Sexta feira próxima)
Lançamento da revista Bíblia (nº27 e 28)
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia
" A revista Bíblia já leva mais de 10 anos como um espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura. Existe desde Abril de 1996 e lançou até agora 27 números. Neste momento tem periodicidade trimestral e a tiragem é normalmente de 2000 exemplares. Calculamos que estejam distribuídas cerca de 50000 revistas até à data. A revista Bíblia caracteriza-se pela variedade das áreas artísticas que abrange, como a ilustração, desenho, fotografia, pintura, design, banda desenhada, video prints, prosa, conto e poesia. A revista não exclui abordagens à arquitectura, cinema, teatro e música. Pelas páginas da revista, que funciona como espaço de encontro de uma geração, já passaram cerca de 600 colaboradores nacionais e internacionais.”
http://www.revista-biblia.com/

15 de Fevereiro

Concerto regicida
O Cão (a confirmar)
www.myspace.com/ocao

16 de Fevereiro

Oficina Prática de Informação (15.00)

«Suporte Básico de Vida - noções básicas de primeiros socorros»

Divulgação de várias ideias básicas de saúde - A causa das doenças é o mau trato (demasiada actividade e descanso insuficiente produz esgotamento) - Esgotamento é intoxicação (intoxicação e desintoxicação) - Está tudo ligado (o sintoma é um alerta para algo mais profundo) Explanação sucinta do plano de acção do socorrista e noções básicas de primeiros socorros - PAS (proteger, alertar e socorrer) - Alguns casos concretos que poderão ocorrer - Como actuar? e o que poderemos fazer? - Suporte básico de Vida Objectivos: Não se trata de uma acção de formação mas sim de divulgação de informação. Para além de uma sucinta explicação de um visão holística da saúde, os/as presentes irão ser incentivados a pensar como melhor intervir numa situação "extrema" em que uma pessoa se encontra indefesa e a necessitar de ajuda e ou cuidados médicos. Irão simular-se várias situações típicas de quadros de socorrismo, que diariamente se podem encontrar em qualquer parte, onde o interessante será a intervenção com poucos ou nenhuns meios de socorro. (3h30m)
Oficina da responsabilidade de Ricardo Valério e Karine Calligaris, terapeutas de Medicina Tradicional Chinesa.

23 de Fevereiro (22.00)
Concerto
Extreme Retaliation (Metal de Estremoz)

01 de Março
Conversa e troca de ideias com os companheiros de Sevilha acerca da sua experiência de 6 anos no Centro Social Okupado e Autogestionado de Sevilla, bem como acerca de todo o processo de despejo de que foi alvo.
Segue-se concerto (a confirmar Abandalhados e Pelintras)


15 de Março
Concerto (da Suécia a anunciar...)

29 de Março
II Festival Anti-Fascista Português organizado pelo
MOVIMENTO ANTIFASCISTA PORTUGUÊS
Apresentação e conversa com o colectivo MAP e 5 bandas noite fora...
http://www.accaoantifascista.pt.vu/

filmes no club às quintas-feiras







29.1.08

Regicidio


Vejam a documentação reunida no site da Associação Republica e Laicidade
«Filme do regicídio» (vídeo) [História Aberta]
Mausoléu de Manuel Buíça e Alfredo Costa – o monumento erigido (em 1914) pela Associação do Registo Civil e do Livre Pensamento e mandado desfazer (em 1940) pelo ditador Salazar Romagens à campa de Manuel Buiça e Alfredo Costa (fotos)

27.1.08

Acerca do Regícidio... em Castro Verde




A Câmara Municipal de Castro Verde vai dinamizar um programa evocativo da República, com iniciativas que decorrerão de Janeiro de 2008 a Outubro de 2010, sendo o ponto de partida para a concretização deste programa o primeiro Centenário do Regícidio, que se assinala a 1 de Fevereiro de 2008. Considerado uma etapa fundamental para a implantação da República, a 5 de Outubro de 1910, e um elemento fulcral para a construção do Portugal moderno, o regicídio teve entre os seus mentores, Alfredo Luís da Costa, natural de Casével, motivo pelo qual o concelho de Castro Verde se encontra intrinsecamente ligado à história do acontecimento.

Ao longo dos anos, o 5 de Outubro tem caído no esquecimento e a sua comemoração num vazio quase profundo, desvalorizando-se todo o trabalho de transformação social que a implantação da República trouxe ao Portugal dos princípios do século XX.

É nesta perspectiva que a Câmara Municipal de Castro Verde vai dinamizar um programa evocativo da República, importante do ponto de vista cultural e social, visando a reflexão sobre os acontecimentos em causa e deixando uma marca cultural em torno desta efeméride, com iniciativas que decorrerão de Janeiro de 2008 a Outubro de 2010, data que assinala o Centenário da República. Centenário do Regicídio
31 Janeiro (Quinta-Feira)

Inauguração da exposição “O Regicídio visto nos jornais da Europa em 1908”. Praça da República.

Abertura de exposição-venda de livros sobre a temática do Regicídio e da República. Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca.

19h00Conferência “Olhar o Regicídio”, com a participação do Dr. Jorge Morais e do Dr. Luís Vaz, com a moderação da Doutora Alice Samara. Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca. 21h00

1 Fevereiro (Sexta-feira): Lançamento do Livro “Crónica do Regicida Invisível – Alfredo Luís da Costa”, de Paulo Barriga, apresentado pelo Dr. Rui Faustino, da Biblioteca Museu República e Resistência. Fórum Municipal de Castro Verde. 18h30

Abertura da Exposição “República”, da responsabilidade da Biblioteca Museu República e Resistência. Fórum Municipal de Castro Verde. 19h30

2 Fevereiro (Sábado):“A figura de Alfredo Luís Costa”, apresentação de Paulo Barriga. Junta de Freguesia de Casével. 15h00.
Descerramento de placa evocativa de Alfredo Luís da Costa. Participação da Banda Filarmónica 1º de Janeiro. Largo de Casével. 16h00

12 Fevereiro (Terça-Feira):Apresentação do Livro “Crónica do Regicida Invisível – Alfredo Luís da Costa”. Biblioteca Museu República e Resistência, Lisboa. 18h00

15 Fevereiro (Sexta-Feira):Apresentação do livro: “1908: Um Olhar sobre o Regicídio”, da responsabilidade da Professora Margarida Ramalhães Ramalho. Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca. 21h30.

16 Fevereiro (Sábado):Canções anarquistas com Vitorino Salomé. Cine-Teatro Municipal de Castro Verde. 21h30

Dia 1 Festa da Biblía!!!



Festa de Lançamento da revista Bíblia (nº27 e 28) em Aljustrel
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia
" A revista Bíblia já leva mais de 10 anos como um espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura. Existe desde Abril de 1996 e lançou até agora 27 números. Neste momento tem periodicidade trimestral e a tiragem é normalmente de 2000 exemplares. Calculamos que estejam distribuídas cerca de 50000 revistas até à data. A revista Bíblia caracteriza-se pela variedade das áreas artísticas que abrange, como a ilustração, desenho, fotografia, pintura, design, banda desenhada, video prints, prosa, conto e poesia. A revista não exclui abordagens à arquitectura, cinema, teatro e música. Pelas páginas da revista, que funciona como espaço de encontro de uma geração, já passaram cerca de 600 colaboradores nacionais e internacionais.”
http://www.revista-biblia.com/

19.1.08

26 de Janeiro


Dia 26 de Janeiro (Sábado)

pelas 17.00 Conversa

"Partes de uma cidade em Partes. Reflexão sobre a importância do espaço público participado no espaço urbano fragmentado"

por Patricia Colucas


Janta Vegetariana


Concerto

My Rules (lisboa) e Deeds of Sanity (Beja)

14.1.08

Recordar o 18 de Janeiro de 1934


Na próxima Sexta-feira, dia 18/1, recordemos a revolta operária de 18 de Janeiro de 1934.


No Porto no Terra Viva, na Rua dos Caldeireiros, 213 PORTO (perto da torre dos clérigos) avança com um Debate organizado pelo Círculo de Estudos Sociais Libertários /Terra Viva!AES - em colaboração com o Movimento Cívico "NÃO APAGUEM A MEMÓRIA" e no dia seguinte, sábado, às 17h30 no ESPAÇO MUSAS (Rua do Bonjardim, 998 - Porto)o Círculo Anarquista Libertário do Porto organisa uma Conversa e Jantar sob o nome de "A insurreição de 18 de Janeiro: Cercados e perseguidos".

Mais aqui a Sul, em SINES, a autarquia inaugura a "Exposição documental. O 18 de Janeiro de 1934 - No País e em Sines" que fica até 3 de Março no Centro de Artes de Sines. Em 1934, nessa "vila onde se destacam as fábricas, as oficinas, a pesca, a agricultura e alguns serviços, a greve durou um dia, mas registou uma adesão em massa, embora pacífica. Entre os organizadores encontram-se artesãos, pedreiros e trabalhadores. Outros grupos são os dos carpinteiros, pintores, trabalhadores rurais, operários das várias fábricas corticeiras e de conservas de peixe, padeiros, barbeiros, comerciantes." Na inauguração da exposição, pelas 18.00 de sexta-feira, realiza-se uma conversa com o coordenador da URAP - União de Resistentes Antifascistas Portugueses, Aurélio Santos, e o sineense Américo Leal, que dá conta dos eventos de Sines no seu livro “Testemunhos” (2001).
PORTO:

Não é de mais ainda aconselhar a leitura da obra de Fátima Patriarca "Sindicatos contra Salazar. A Revolta do 18 de Janeiro de 1934" (Imprensa de CiênciasSociais, 2000) de que deixamos aqui parte da resenha que mereceu na Análise Social por Henrique N. Rodrigues:

(…) 1.º Não tem qualquer sentido reconduzir o 18 de Janeiro à Marinha Grande. Fica mais do que demonstrado que a versão oficial (interesseira, por natureza) e a versão do Partido Comunista (também obviamente interesseira) — ao prestarem destaque quase único à Marinha Grande, aos vidreiros e à liderança comunista não logram comprovativo na realidade dos factos.
2.º Ganha sentido, sim, «recolocar» o 18 de Janeiro na sua dimensão histórica exacta: um movimento operário insurreccional, que visava a reconquista das liberdades sindicais, a par do derrube do regime do Estado Novo.
3.º Neste contexto, a Marinha Grande é um episódio «mediático» (assim o diríamos na linguagem corrente), porque envolve uma ocupação da vila pelos revoltosos — ainda que de duração muito curta —, o assalto aos correios e a rendição da GNR. Sobretudo esta é, de facto,
paradigmática. Mas não há greve, não houve «soviete» nem içar de bandeira vermelha nos Paços do Concelho.
4.º O episódio da Marinha Grande é, por outro lado, reposto quanto à autoria do seu comando: se é verdade que a CIS e o PC têm peso significativo na direcção do Sindicato Nacional dos Vidreiros, não é menos verdade que se comprova a participação empenhada da CGT e
de trabalhadores de outras correntes político-sindicais.
5.º Fica igualmente comprovado que o movimento operário insurreccional, de que expressões concretas vão ter lugar para além da Marinha Grande, se gera e desenvolve com oconcurso das duas principais correntes sindicais — a anarquista e a comunista — e com o envolvimento dos sindicalistas socialistas ( a Federação das Associações Operárias) e da corrente sindicalautónoma (COSA — Comité das Organizações Sindicais Autónomas).
6.º Fátima Patriarca descreve bem os entendimentos e desentendimentos surgidos entre estas várias correntes e clarifica melhor o seu peso respectivo. É indubitável que a CGT e a corrente sindical anarquista tiveram, neste processo, uma influência marcante. Isto não elimina o papel dos comunistas — que não pode ser esquecido ou menorizado —, mas repõe a verdade essencial: e essa é a do contributo das várias tendências sindicais (anarquista, comunista, socialista e a dos autónomos), segundo os factos que conseguiu demonstrar.
Não me parece que seja muito importante, hoje, «contar espingardas», ou seja, procurar apurar se os anarquistas foram mais decisivos do que os comunistas, ou se os socialistas ou os autónomos não tiveram significado relevante. Houve uma convergência de esforços, emergiu uma implicação de todos — mesmo que não tenha ocorrido uma unidade estratégica, organizativa, táctica, como parece evidente pela comprovação dos desencontros, pelas falhas de articulação, pelas recriminações que, «antes e depois», choveram de uma banda e de outra, em recíprocas acusações.
7.º Neste contexto, importaria retirar a conclusão de que o «18 de Janeiro» merece ser comemorado, doravante, não apenas na Marinha Grande, como tem sido tradicional, mas também em Silves, em Sines, em Almada, zonas onde a «história que se fez» deixou na tumba as ocorrências — essas, sim, muito significativas — do que ali se passou; mas onde a «históriaque hoje rompe novos véus» já permite, sem margem para dúvidas, reconhecer que o «18 de Janeiro» é ali que conquista contornos historicamente mais iluminantes. Em suma, Silves, Sines, Almada, precisam de ser «transladadas» da campa rasa em que as colocaram para o «panteão» do verdadeiro «18 de Janeiro».
http://www.ics.ul.pt/publicacoes/analisesocial/recensoes/rec162/henriquerodrigues.pdf

2.1.08

Dia 5 no Clube


18.12.07

Lançamento da revista Húmus nº 4


Convívio e debate em torno desta publicação libertária Dia 22 de Dezembro – Sábado - 16 horas no Centro de Cultura Libertária Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto – Cacilhas – Almada http://www.culturalibertaria.blogspot.com/
Editorial do Húmus nº 4
Um período mais longo do que o habitual separou o lançamento deste quarto número da revista Húmus em relação ao seu predecessor. Felizmente, este espaço de tempo foi relativamente abundante em acontecimentos e projectos que apostaram em romper com o habitual marasmo conformista deste país em que a contestação fora dos limites estabelecidos e dos enquadramentos institucionais acaba quase sempre por parecer aos olhos de muitos como algo de exótico. Na tarde de 25 de Abril, precisamente quando o tradicional e rotineiro desfile comemorativo acabava de percorrer a Avenida da Liberdade, arrancou da Praça da Figueira uma manifestação antiautoritária, antifascista e anticapitalista, composta por cerca de cinco centenas de pessoas determinadas em fazer da Liberdade algo mais do que um nome de avenida, contra o domínio do Estado e do Capital sobre as nossas vidas e contra a crescente presença da extrema-direita na sociedade. Após o término do percurso do protesto no Largo de Camões, um grupo de centena e meia de manifestantes, que resolveu prolongar a manifestação, foi cercado e atacado pela polícia na Rua do Carmo, tendo resultado deste confronto vários feridos e onze detidos. Ainda no dia 29 desse mesmo mês de Abril foi ocupado em Coimbra um edifício pertencente aos antigos hospitais da universidade. O objectivo dos ocupantes era “a criação de um espaço diferente, de debate e convivência num ambiente anti-capitalista e anti-autoritário”. O projecto durou até ao dia 11 de Julho, quando o edifício foi desocupado pela polícia. No início de Junho, enquanto se realizava na Alemanha a cimeira do G8, também em território português várias iniciativas marcaram os protestos contra os poderosos deste mundo. Em Abril, em Aljustrel, e em Julho, no Porto, libertários de várias proveniências reuniram-se para debater e encontrar formas de superar os problemas de comunicação e união no “movimento” libertário. Foi mais um passo, não menos importante que outros que continuam a ter lugar, no sentido de criar lugares de debate entre anarquistas, que possibilitem uma maior comunicação e a criação de possibilidades de convergência na acção. Em Agosto, a acção do movimento “Verde Eufémia” contra os Organismos Geneticamente Modificados, através da destruição de um hectare de uma plantação de milho transgénico em Silves, interrompeu a calmaria do Verão, enfurecendo os defensores da propriedade privada e da “liberdade” de negociar à custa da biodiversidade e da saúde das pessoas. Em Outubro, a COSA – casa ocupada em Setúbal –, comemorou os seus sete anos de resistência com um programa vasto que incluiu, entre outras iniciativas, debates, emissões contínuas de rádio e mesmo um percurso pela memória anarquista da cidade de Setúbal. A manifestação de 25 de Abril e o episódio da ceifa de Silves seguiram-se de um alucinante circo mediático armado em torno dos mesmos. No primeiro caso, o total desconhecimento dos media em relação a quem eram e ao que movia os manifestantes deu lugar à invenção da notícia e a uma posterior “caça ao anarquista” em busca de matéria para escrever artigos sensacionalistas. Já no segundo caso, o movimento “Verde Eufémia” tentou servir-se dos media para veicular a sua causa, anunciando previamente aos mesmos a sua acção. As imagens da acção, repetidamente veiculadas por noticiários televisivos e por jornais, suscitaram uma reacção massiva dos escribas e porta-vozes do “Estado de Direito democrático” contra a violação da propriedade privada. Concluindo, o tratamento mediático dado a ambos os acontecimentos enquadrou-se maioritariamente na já frequente lógica de criminalização, folclorização e, assim, tentativa de isolamento dos contestatários, reconfirmando as limitações (ou impossibilidade?) das estratégias de utilização dos media por movimentos sociais que escapem às lógicas de participação-integração-neutralização democráticas. Neste contexto de totalitarismo democrático-capitalista, em que qualquer acção de contestação é rapidamente classificada pelos aparelhos mediático-policiais como perturbadora da “ordem pública”, logo “anti-democrática”, é de saudar o aparecimento de cada vez mais projectos de informação alternativa. Tão só nos meios libertários assistimos ao aparecimento de publicações impressas como o Pica Miolos, o Alambique e o Motim e de projectos como a Rádio Libertária on-line, para além dos inúmeros blogs e sites contra-informativos que vão povoando a Internet. O cenário editorial libertário é hoje mais fértil do que quando, há cerca de ano e meio, arrancámos com o projecto da revista Húmus. E, se de nós depender, esta tendência continuará a aprofundar-se.

Solidariedade com Atenco


No próximo dia 17 de Dezembro (segunda-feira) uma delegação da 'Frente de Pueblos en Defensa de la Tierra' (México) vai estar na cidade do Porto, para uma palestra sobre o brutal genocídio praticado pelo governo mexicano em 2006 naquela cidade. Os membros da FPDT receberam em Espanha no passado dia 10, o 'Prémio de Direitos Humanos del Ayuntamiento de Pola de Siero', Asturias. A anteceder esta visita, vai ser promovida uma sessão de divulgação e angariação de fundos no JUP (para custear as despesas da deslocação). Será projectado um video que ilustra muito bem o que aconteceu em Atenco! PROGRAMA: QUINTA-FEIRA - dia 13 22.30H. JUP-Jornal Universitário do Porto - Rua Miguel Bombarda, 187 - projecção do documentário 'Atenco-Romper el Cerco' - exposição 'Atenco Libre' - petiscos mexicanos vgt para aguçar o apetite! SEGUNDA-FEIRA - dia 17 21.30H. Associação Terra Viva, Rua dos Caldeireiros, 213 (junto à Torre dos Clérigos) - VISITA/PALESTRA de Delegação da FPDT-Frente de Pueblos en Defensa de la Tierra. Ambas as iniciativas têm entrada livre. Espero que possam fazer circular esta informação pelos vossos contactos e aproveito para vos convidar a estar presentes nesta acção de solidariedade com o povo de Atenco. Podem trazer desenhos ou pequenas mensagens de incentivo, que depois faremos chegar às muitas pessoas que ainda se encontram detidas no México. mais informações aqui: www.geocities.com/atencoresiste/

4.12.07

9 de dezenbro

30.11.07

8 de dezembro


7 de dezembro


26.11.07

É já no Sábado


24.11.07

A caminho da CasaViva dias 14 a 17 de Dezembro


CONVITE
Para contrariarmos a esperteza da raposa no galinheiro e não ficarmos cada um a seu canto a esgravatar terra.
Às vezes acorda-se sorridente, bem disposto, radioso. Noutras manhãs, tudo é cinzento, triste, irritante. A malta da CasaViva também experimenta estes dois acordares e toda a variedade de outros amanheceres que estão entre um extremo e o outro. Mas incomodamo-nos sempre. Todos os dias.
Sempre que paramos este permanente bulir que nos ensinaram que é o verdadeiro viver. Nesses momentos, ficamos frequentemente cabreados. Existiriam, decerto, formas mais eruditas de colocar a questão, mas o que está dito dito está e pareceu-nos mais simples fazer este acrescento do que procurar um sinónimo para uma palavra cuja abrangência de conteúdo só é permitida por ter a sua origem na sabedoria popular.
Chateia-nos viver num planeta com tanto para partilhar e que apenas é explorado em proveito da espécie dominante, tornando a usurpação e o abuso nos conceitos por onde se começa a definição de ser humano.
Aborrece-nos que nos tomem por parvos quando nos tiram direitos e nos dizem que é para nosso bem, como se os direitos que nos tiram se evaporassem e não fossem, como dizia Lavoisier, apenas transformados em direitos de outros.
Apoquenta-nos que nos controlem, nos vigiem, nos fichem, nos transformem em conteúdos de bases de dados, nos gravem, nos chantageiem, nos cortem o direito a contestar, nos façam a todos bufos e polícias.
Indigna-nos que tudo seja mercadoria. Negociável, transaccionável, passível de ser transformado em lucro.
Não pode ser.
O capitalismo, já todos o sabemos, é apenas esta liberdade da raposa no galinheiro. Também não é segredo que a força do predador aumenta na proporção directa da desunião entre as presas. No entanto, mesmo possuindo o diagnóstico, nunca tratamos da maleita. E a responsabilidade de tentar a aproximação entre todos os que acreditam numa mudança organizacional radical é nossa, dos suficientemente vivos para darem umas bicadas na besta, de forma a que, de dispersas e curáveis, se tornem mais eficazes, provoquem gangrenas e acelerem a morte do carcereiro. De outro modo, continuaremos cada um no seu canto, a esgravatar terra como quem se deixa paralisar pelo medo, e a sair esporadicamente, aplicar uma bicada e recolher.
Já houve várias tentativas de união de esforços. Redundaram quase sempre em grandes exercícios de retórica sobre a maior validade da minha forma de luta em relação à tua. Na melhor das hipóteses, acabaram numa lista electrónica de discussão também electrónica que se foi silenciando com o tempo.
Mas a desistência não pode fazer parte do vocabulário de nenhum de nós. Se a coisa não tem funcionado, talvez seja hora de procurar métodos diferentes para a fazer progredir. E, a nós, parece-nos que não é na conversa formal que a união verdadeira cresce. É nas acções que nos sentimos mais próximos. É em ambientes mais descontraídos que nos sentimos mais preparados para falar uns com os outros. É na rua e na festa que se criam laços e se constroem afinidades, onde se forjam verdadeiras redes de interesses e participação.
Interessado? Contacta:
CasaViva pç marquês de pombal, 167 porto

Permacultura: 1 e 2 Dezembro em Ferreira do Alentejo


Workshop de Permacultura
– 1 e 2 de Dezembro de 2007 – Ferreira do Alentejo – Centro Cultural Manuel da Fonseca
Sábado e Domingo das 10.00h. às 18.00 com almoço entre as 13.00h. e as 14.00h.
Inscrições (gratuitas) no Museu Municipal de Ferreira do Alentejo. Na Esdime por telefone (284 650 000/932950028 –natàlia), por fax 284 655 274 ou por e-mail; natalia.tost@esdime.pt

19.11.07

Informação, Desinformação!


14.11.07

Sábado dia 24 de Novembro








Sábado dia 24 pelas 17.00
no Club Aljustrelense

Partindo da apresentação do livro “Ardinas da Mentira” e do Jornal Popular “Mudar de Vida”, um convite à conversa com o seu autor, o jornalista Renato Teixeira, o colectivo Mudar de Vida, o colectivo do Indymedia pt., e o da revista Alambique de Aljustrel…

Um convite à reflexão e ao debate sobre o carácter propagandista da imprensa dominante, e um convite à criação de jornais e outros meios de informação alternativa.
«(…)O objectivo é então, a par de lançar o debate sobre a superestrutura dos meios de comunicação, da sua promiscuidade com o poder e desse modo com a mentira, lançar a discussão sobre as possibilidades da resistência neste particular, e partir para a rua com a experimentação dos frutos desse debate

(…) Os jornalistas devem colocar a si próprios a primeira questão: que fazer?
Ficar acoplado à ideia de que é possível disputar a luta pela verdade no mesmo tabuleiro dos donos da notícia, e estar, desse modo, disposto a ser ardina da mentira, ou antes partir, de armas e bagagens, para a trincheira onde estão os dispostos a combater o apagamento organizado da memória colectiva?

(…) Porque a liberdade não está ao alcance de quem a entende mas de quem a detém, tal qual dizia uma das frases inscrita nas paredes da República Prá-kys-tão: “liberdade é a palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique, nem ninguém que não entenda”.»
de “Ardinas da Mentira” de Renato Teixeira, edições Dinossauro, 2007
Segue-se janta vegetariana e pela noite adentro…

Drum’n’Bass e Hard Stepping DUB

directamente pela BADMOOD Crew com

NSEKT e DUB_BUD


Ateliers de Permacultura


Workshops de Permacultura (org. GAIA- Centro de Convergência e ESDIME)

1 e 2 de Dezembro em Ferreira do Alentejo

e já nos próximos dias 24 e 25 de Novembro em Vale del Rei / São Martinho das Amoreiras (Sábado e Domingo das 10.00h. às 18.00 com almoço entre as 13.00h. e as 14.00h)
Alojamento; (opcional): Dormida (pequeno almoço incluído) – Camarata - 10€/pessoa Quarto de Casal - 20€/pessoa) - Precisa-se confirmação até dia 21 de Novembro
Refeições: (opcional) 7€ cada (possibilidade de prato vegetariano) – Precisa-se confirmação até dia 21 de Novembro.


Inscrições; (gratuitas)

Programa detalhado e Fichas de inscrição:

Na Junta de Freguesia de São Martinho das Amoreiras e no Centro Social de São Martinho das Amoreiras; Na Esdime por telefone (284 650 000/932950028 –natália), por fax 284 655 274 ou pelos e-mail: natalia.tost@esdime.pt, andrevizinho@gaia.org.pt ou ruimendesferreira@gmail.com.

12.11.07

Concerto dia 17 Novembro



Concerto dia 17 de Novembro

org. Club Aljustrelense

JUNKIES RUNNING DRY

EMPTY BOTTLES

UNPREDICTABLE

6.11.07

À conversa no próximo Sábado


Os transgénicos chegam ao palco


Os Transgénicos estão em todo lado, agora também no palco português!!!
Vem participar numa peça espectacular!
Durante o mês de Novembro vamos criar no Centro Social da Mouraria uma peça sobre transgénicos,com elementos de Teatro-Forum,para apresentar em escolas, na rua e junto das comunidades
Durante o workshop vamos:
aprender sobre os transgénicos
criar uma peça
escrever o texto
trabalhar na expressão corporal e de voz
criar um cenário (música, adereços, imagens)
O workshop é gratuito, mas exige comprometimento e disponibilidade durante os ensaios e as exibições
Escrever carta de motivação para eclipsearte@gmail.com ou csm@gaia.org.pt
As datas de ensaio serão definidas no primeiro encontro, dia 7 de Novembro no Centro Social de Mouraria

2.11.07

10 de Novembro

“República, Liberdade e Fraternidade:
o local (Aljustrel) como espaço de análise de um conflito (1910-1933)”
por Paulo Guimarães