2.7.08
28.6.08
Programa Festival CCA 18-20 JULHO
Sexta 18
18.00 Conversa: Punk? Onde anda o anarko-punk...
21.00 Janta
22.00 Concertos I.A.C. (évora/montemor) DISASTRO SAPIENS (arredores lisboa) FOCOLITOS (lisboa) ALBERT FISH (lisboa)
Sábado 19
11.00 Feira da Troca e Workshop Construção de fornos solares
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Espaços Contra a Autoridade: de okupas e espaços libertados à ideia de espaço público
18.00 Projecção/Conversa: Filme “Brad Will: Uma noite mais nas barricadas”. Rebelião popular em Oaxaca, México. Com a presença do seu autor
21.00 Janta
22.00 Concertos ESKUMALHA (figueira cavaleiros) MOTU (lisboa/barreiro) DESKARGA ETILICA (figueira da foz) FREEDOM (porto) CAMARA DE GAS (madrid)
Domingo 20
11.00 Workshop
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Alentejo, Salvem-me Porra!!! A destruição da paisagem no Alentejo pós Alqueva…
18.00 Conversa: Para uma Ética Alimentar: que sustentabilidade para o vegetarianismo (o caso específico da soja) e o consumo da carne através da caça?
21.00 Janta
22.00 Concertos COLUNA DE FERRO (lisboa)INSULTO(kylacankra)100 TALENTO (santo andré)MÁRIO O TROVADOR (cascais)
O Festival tem lugar no Monte da Minhota a cerca de 1km do Carregueiro (paragem de comboios da Linha Beja-Funcheira que tem ligação aos intercidades para Beja e para o Algarve) na direcção de Aljustrel (na EN2 entre Aljustrel e Castro Verde e/ou Entradas.(ver mapa na mensagem anterior)
Apenas parte do Monte fará parte do Festival e na restante área não devemos por lá andar (respeitem). Junto ao Monte haverá espaço de estacionamento para carros e para as carrinhas. Do outro lado da antiga linha de caminho de ferro, dentro da área do Monte, fica o local central de acampada num eucaliptal com sombras… Aí haverá um espaço alargado com tenda para os debates e filmes, workshops, feira da troca, etc… refrescados por alguns reservatórios de água e um bar. Um pouco afastado estarão as casas de banho. As refeições tem lugar junto a uma das casas do Monte, e num dos barracões deste acontecem à noite os concertos.
IMPORTANTE: Atenção com os fogos! Não se podem fazer fogueiras, e muito cuidado com os cigarros; Cuidados com os acessos ao Monte a partir da estrada (lomba má visibilidade); Não tragam os vossos cães para junto das casas do Monte (barracão dos concertos e cozinha) por causa dos outros animais/cães aí existentes; Atenção às carraças nesta altura do ano; Tragam pratos e talheres para as maravilhosas refeições vegetarianas! E colaborem na limpeza e no respeito do sítio.
18.00 Conversa: Punk? Onde anda o anarko-punk...
21.00 Janta
22.00 Concertos I.A.C. (évora/montemor) DISASTRO SAPIENS (arredores lisboa) FOCOLITOS (lisboa) ALBERT FISH (lisboa)
Sábado 19
11.00 Feira da Troca e Workshop Construção de fornos solares
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Espaços Contra a Autoridade: de okupas e espaços libertados à ideia de espaço público
18.00 Projecção/Conversa: Filme “Brad Will: Uma noite mais nas barricadas”. Rebelião popular em Oaxaca, México. Com a presença do seu autor
21.00 Janta
22.00 Concertos ESKUMALHA (figueira cavaleiros) MOTU (lisboa/barreiro) DESKARGA ETILICA (figueira da foz) FREEDOM (porto) CAMARA DE GAS (madrid)
Domingo 20
11.00 Workshop
13.30 Almoçada
15.00 Conversa: Alentejo, Salvem-me Porra!!! A destruição da paisagem no Alentejo pós Alqueva…
18.00 Conversa: Para uma Ética Alimentar: que sustentabilidade para o vegetarianismo (o caso específico da soja) e o consumo da carne através da caça?
21.00 Janta
22.00 Concertos COLUNA DE FERRO (lisboa)INSULTO(kylacankra)100 TALENTO (santo andré)MÁRIO O TROVADOR (cascais)
O Festival tem lugar no Monte da Minhota a cerca de 1km do Carregueiro (paragem de comboios da Linha Beja-Funcheira que tem ligação aos intercidades para Beja e para o Algarve) na direcção de Aljustrel (na EN2 entre Aljustrel e Castro Verde e/ou Entradas.(ver mapa na mensagem anterior)
Apenas parte do Monte fará parte do Festival e na restante área não devemos por lá andar (respeitem). Junto ao Monte haverá espaço de estacionamento para carros e para as carrinhas. Do outro lado da antiga linha de caminho de ferro, dentro da área do Monte, fica o local central de acampada num eucaliptal com sombras… Aí haverá um espaço alargado com tenda para os debates e filmes, workshops, feira da troca, etc… refrescados por alguns reservatórios de água e um bar. Um pouco afastado estarão as casas de banho. As refeições tem lugar junto a uma das casas do Monte, e num dos barracões deste acontecem à noite os concertos.
IMPORTANTE: Atenção com os fogos! Não se podem fazer fogueiras, e muito cuidado com os cigarros; Cuidados com os acessos ao Monte a partir da estrada (lomba má visibilidade); Não tragam os vossos cães para junto das casas do Monte (barracão dos concertos e cozinha) por causa dos outros animais/cães aí existentes; Atenção às carraças nesta altura do ano; Tragam pratos e talheres para as maravilhosas refeições vegetarianas! E colaborem na limpeza e no respeito do sítio.
12.6.08
Festival CCA 18, 19 e 20 JULHO

Festival
“C.C.A. Gonçalves Correia”
18, 19 e 20 de Julho
“C.C.A. Gonçalves Correia”
18, 19 e 20 de Julho
no Carregueiro (Aljustrel)*
O Anarko Punk no Alentejo em 3 noites, antecedidas ao longo dos dias de debates, passagens de documentários e filmes, workshops e tempo para conversar, trocar ideias e passear!!!
Concertos
O Anarko Punk no Alentejo em 3 noites, antecedidas ao longo dos dias de debates, passagens de documentários e filmes, workshops e tempo para conversar, trocar ideias e passear!!!
Concertos
Sexta 18 I.A.C. (évora/montemor) DISASTRO SAPIENS (arredores de lisboa) FOCOLITOS (lisboa) ALBERT FISH (lisboa) Dj’s… Sábado 19 ESKUMALHA (figueira dos cavaleiros) MOTU (lisboa/barreiro) DESKARGA ETILICA (figueira da foz) FREEDOM (porto) CAMARA DE GAS (madrid) Domingo 20 COLUNA DE FERRO (lisboa) INSULTO (kylacankra) 100 TALENTO (santo andré) MÁRIO O TROVADOR (cascais)
Debates (estes e outros a surgirem...)
Filme “Brad Will: Uma noite mais nas barricadas”. Rebelião popular em Oaxaca,
México. Com a presença do seu autor
Espaços Contra a Autoridade:
de centros sociais, okupas e espaços libertados à ideia de espaço público…
Alentejo, Salvem-me Porra!!!
A destruição da paisagem no Alentejo pós Alqueva… PIN’s, olivais etc..
* Mantem-te informado em goncalvescorreia.blogspot.com
(desenvolvimentos de mais actividades, da localização do Festival, avisos à navegação e outras informações nos proximos dias...)
29.5.08
1º COMBATE DE PAINT BALL COM FISGAS DO MUNDO - 8 JUNHO EM SINTRA

depois da merda dos deuses nos terem boicotado a outra edição, ao ter mandado um temporal que não se podia, aqui vai a nova edição revista e melhorada... desta vez, mandamos a resmenga do 13 de maio para onde nunca devia ter saido... a ver se a gaja não se mija com medo das alturas... hehehehhehehehe
15.5.08
Workshop de Serigrafia
Dia 17 de Maio, pelas 16h, realizar-se-á um workshop de serigrafia no Centro de Cultura Libertária.A participação é livre, apenas apelamos a um pequeno donativo para ajudar a pagar os materiais utilizados.
FESTA benefit Feira do Livro Anarquista

a partir das 20hno Espaço KIÁGÁTOEntrada pela porta lateral do Ateneu Comercial de LisboaRua das Portas de Santo Antãoperto do Coliseu, na escola superior de medicina chinesaLisboa
2.5.08
Feira do Livro Anarquista
Antecipando, aqui fica a divulgação da Feira do Livro Anarquista à qual o CCA Gonçalves Correia /revista Alambique participará, nos dias 23, 24 e 25 de Maio de 2008, por iniciativa de diversos colectivos e indivíduos libertários, em Lisboa no Grupo Desportivo da Mouraria. Pretendemos com a organização deste evento criar um espaço para a exposição e debate das ideias e lutas libertárias, assim como para o convívio e fortalecimento de laços entre pessoas que partilham uma visão anti-autoritária do mundo. A Feira proporcionará, para além das bancas de livros e outras publicações, um programa de actividades diversas, que poderão ser debates, workshops, sessões de cinema, performances e o que mais a imaginação e a vontade d@s participantes propuserem.
Apelamos à participação neste evento de tod@s @s interessad@s, através da sua presença com bancas de informação, livros e outras publicações ou com propostas de actividades que queiram promover durante a Feira.
Contactos, E-mail: feiradolivroanarquista@gmail.com
Endereço postal: Apartado 40 / 2801-801 Almada / Portugal
Para mais informação consultar o blogue da Feira do Livro Anarquista:http://feiradolivroanarquista.blogspot.com/
12.4.08
25 Abril 2008 Antiautoritário!!

Chegou-nos às mãos o seguinte ...
Convite para uma manifestação anti autoritária contra a repressão policial.
Um ano depois do ataque policial em pleno Chiado no dia 25 de Abril de 2007, dois meses depois da carga policial no despejo do Grémio Lisbonense , perante os ataques continuados da polícia em Bairros Sociais e por todos os episódios de abuso e violência perpetrados pela repressão organizada do Estado, convocamos uma manifestação antiautoritária contra a repressão policial. Manifestamo-nos neste dia porque passaram 34 anos desde que uma pseudo-revolução substituiu um governo fascista por um governo que continua a controlar, a matar e a reprimir e cujos antecessores rapidamente se preocuparam em controlar o "descontrolo" das populações no pós 25 de Abril.
A marcha dos tristes, que todos os anos comemora esta transição, não nos diz nada, pois não queremos celebrar o quotidiano policial nem a liberdade-de-centro-comercial.
O sistema capitalista, na sua vertente democrática, leva-nos a pensar que não sabemos gerir as nossas vidas e que a polícia é uma realidade à qual não podemos fugir. Como se não bastasse vivermos num estado policial, querem que sejamos nós próprios os polícias das outras pessoas, de nós próprios e dos nossos vizinhos. A polícia, que todos os dias reprime e violenta, não serve a ninguém se não àqueles que lucram com a miséria de todos os outros, àqueles que nos oferecem uma vida controlada, que destroem os ecossistemas, que impõem fronteiras entre regiões, que nos roubam no trabalho, que nos dizem como devemos ser e que nos querem convencer que somos indivíduos, quando a nossa individualidade não passa de uma ilusão no leque de possibilidades que a sociedade de consumo nos deixa ter.
Assim, esta como qualquer outra data, serve para contestar este e qualquer governo pois, inevitavelmente, todos nos querem impor uma vida debaixo de câmaras de vigilância, fronteiras e polícias várias.
Todos estes métodos de controlo e repressão são tendencialmente universais e à medida que o tempo passa achamos serem cada vez mais normais e sabemos serem também mais presentes. Todos conseguimos resolver os nossos conflictos, pensar pelas nossas próprias cabeças, imaginar como realmente queremos que sejam as nossas vidas.
Apelamos à participação de todos aqueles que condenam a violência policial e os métodos que o capitalismo e o estado têm para nos controlar.
Praça da Figueira, Lisboa, 17:30h, 25 de Abril de 2008.
3.4.08
21.3.08
Flyer concertos (distribuido à porta) 21 e 22 Março
Meredith Stern http://justseeds.orgIsto é “Anarquismo Verde”
Civilização é exploração
A sociedade de massas é demasiado complexa para trabalhar sem especialização. A divisão especializada do trabalho aliena-nos do resto e cria uma hierarquia necessária para coordenar a produção. A hierarquia divide a sociedade entre quem tem poder, e quem não tem poder é tratado como um objecto a ser explorado.
A exploração por motivos de classe, género, etnia e preferência sexual é intrínseca à sociedade de massas. A sociedade de massas não pode ser reformada. Deve ser modificada.
O pequeno é o ideal
A sociedade de massas deve ser reestruturada para comunidades suficientemente pequenas para que cada pessoa seja respeitada, como indivíduo autónomo. Nas pequenas comunidades a autodeterminação modificaria a hierarquia. Não podes combater o massivo com o massivo. Se os nossos meios e fins têm de ser consistentes, devemos organizar-nos em redes de pequenos grupos autónomos para modificar a sociedade de massas.
Terra ou morte
A sociedade de massas enjaula as pessoas. Controlando os recursos da Terra, o Estado controla a sociedade. Devemos acabar com a nossa dependência do Estado recuperando a Terra e vivendo de maneira auto-suficiente. Restaurando a nossa relação com a Terra deitamos abaixo o pensamento hierárquico que a está destruindo.
Revolução na periferia
A sociedade de massas necessita de recursos de todo o planeta para sobreviver. Os mais explorados por ela são aqueles que trabalham a terra no terceiro mundo, para verem o fruto do seu trabalho a ser exportado para os mais ricos. Não têm nada a perder recuperando a terra para eles mesmos. Quantos menos recursos sejam importados do Terceiro Mundo, menos capaz será a sociedade de massas de expor mercadorias nos seus países do Primeiro Mundo. As pequenas comunidades autónomas e auto-suficientes serão mais necessárias e fáceis de estabelecer à medida que o Estado perde o controlo sobre o resto do planeta.
Autonomia agora!
Devemos apoiar a revolução na periferia fazendo a nossa própria revolução aqui. Devemos compartilhar os conhecimentos necessários para sobreviver sem o Estado, criar uma cultura de resistência que nos liberte da alienação da sociedade de massas, viver livres de exploração boicotando os bancos e as multinacionais, construindo uma economia alternativa “verde e negra”, defendendo-nos a nós mesmos e à Terra usando a acção directa contra as bases militares, os laboratórios, os promotores e indústrias, contra a exploração e o fanatismo.
Green Anarchist – http://www.greenanarchy.org/
Civilização é exploração
A sociedade de massas é demasiado complexa para trabalhar sem especialização. A divisão especializada do trabalho aliena-nos do resto e cria uma hierarquia necessária para coordenar a produção. A hierarquia divide a sociedade entre quem tem poder, e quem não tem poder é tratado como um objecto a ser explorado.
A exploração por motivos de classe, género, etnia e preferência sexual é intrínseca à sociedade de massas. A sociedade de massas não pode ser reformada. Deve ser modificada.
O pequeno é o ideal
A sociedade de massas deve ser reestruturada para comunidades suficientemente pequenas para que cada pessoa seja respeitada, como indivíduo autónomo. Nas pequenas comunidades a autodeterminação modificaria a hierarquia. Não podes combater o massivo com o massivo. Se os nossos meios e fins têm de ser consistentes, devemos organizar-nos em redes de pequenos grupos autónomos para modificar a sociedade de massas.
Terra ou morte
A sociedade de massas enjaula as pessoas. Controlando os recursos da Terra, o Estado controla a sociedade. Devemos acabar com a nossa dependência do Estado recuperando a Terra e vivendo de maneira auto-suficiente. Restaurando a nossa relação com a Terra deitamos abaixo o pensamento hierárquico que a está destruindo.
Revolução na periferia
A sociedade de massas necessita de recursos de todo o planeta para sobreviver. Os mais explorados por ela são aqueles que trabalham a terra no terceiro mundo, para verem o fruto do seu trabalho a ser exportado para os mais ricos. Não têm nada a perder recuperando a terra para eles mesmos. Quantos menos recursos sejam importados do Terceiro Mundo, menos capaz será a sociedade de massas de expor mercadorias nos seus países do Primeiro Mundo. As pequenas comunidades autónomas e auto-suficientes serão mais necessárias e fáceis de estabelecer à medida que o Estado perde o controlo sobre o resto do planeta.
Autonomia agora!
Devemos apoiar a revolução na periferia fazendo a nossa própria revolução aqui. Devemos compartilhar os conhecimentos necessários para sobreviver sem o Estado, criar uma cultura de resistência que nos liberte da alienação da sociedade de massas, viver livres de exploração boicotando os bancos e as multinacionais, construindo uma economia alternativa “verde e negra”, defendendo-nos a nós mesmos e à Terra usando a acção directa contra as bases militares, os laboratórios, os promotores e indústrias, contra a exploração e o fanatismo.
Green Anarchist – http://www.greenanarchy.org/
20.3.08
13.3.08
Sábado: Libertem Ferreira!!

O nosso companheiro, nascido em 1940, num meio familiar economicamente pobre, não conformado com a desigualdade social a que estava submetido, pôs em pratica a sua rebeldia e foi detido pela primeira vez quando tinha 17 anos de idade. Já depois destes acontecimentos foi sequestrado mais três vezes pelo estado fascista (até 1974), e pelo actual estado democrático. No total já passou mais de 43 anos detido. Aproveitou o tempo de reclusão para ler, estudar por si mesmo e tomar maior consciência do mundo à sua volta. António é um libertário e um autodidacta.A leitura de várias obras e o contacto directo com a realidade prisional fizeram de António um cidadão esclarecido e preocupado socialmente, tornando-se protagonista activo de várias lutas pela justiça e pelos direitos de cidadania dos presos. Ele é hoje uma referência ética e cívica para os que não se deixam degradar pelo sistema, que não se atolam no lodaçal das drogas e dos tráficos, para os que não se vendem.Ao mesmo tempo que conquistou a admiração dos seus companheiros, António Ferreira foi sendo o alvo preferencial de alguns corruptos que se albergam sob a protecção do sistema prisional do Estado. O seu nome está associado a várias denúncias e é mesmo testemunha de processos judiciais envolvendo mortes suspeitas de detidos e actividades ilícitas de funcionários e directores. Corajosamente, denunciou violações dos direitos humanos e corrupções. A sua permanência dentro da prisão implica um risco eminente à sua vida, porque há já muito tempo que recebe ameaças de morte e sofre terríveis castigos.
Como pessoa que nunca deixou de reivindicar os seus direitos e convicções, que nunca se deixou amordaçar e que sempre manteve uma atitude combativa dentro da prisão, o António tem sofrido um tratamento muito discriminatório por parte de todo o aparato da “justiça”. No seu caso, não lhe estão a ser feitos os devidos cúmulos jurídicos (acumulação das penas para que o total nunca ultrapasse a pena máxima de 25 anos que a lei prevê), nem somas de penas, e “interpretando” as suas leis de uma outra maneira, há 4 anos que o António já poderia estar em liberdade condicional! Até 2007 já lhe foram atribuídos oficialmente 3 datas de “meio da pena” que correspondem a 3 diferentes “fórmulas matemáticas”, o que é irregular. Já não existem sequer razões para negar-lhe as precárias, mas eles inventam-nas.
O que não podemos permitir é que, por processos indirectos, o sistema faça pender sobre ele uma pena de prisão perpétua encapotada.
Actualmente, e após ter passado estes últimos anos pelos Estabelecimentos Prisionais de Caxias, Vale de Judeus e Paços de Ferreira, António encontra-se detido no E.P. de Pinheiro da Cruz, sujeito à classificação por parte da Direcção Geral de Serviços Prisionais (D.G.S.P.) como “preso perigoso”, e sujeito a escolta permanente (G.I.S.P.) em todas as suas deslocações.
O perigo, neste caso, é a dignidade e espírito crítico do António.
11.3.08
SÁBADO no Club

Alteração no concerto de Sábado - tal como antes anunciado - Mantem-se a conversa sobre ANTÓNIO FERREIRA DE JESUS e o benefitt nesse dia para edições em torno da situação das prisões em Portugal... Apareçe e APOIA!
Finlandeses à solta esta Quinta-Feira
4.3.08
27.2.08
Sexta dia 7 Biblia + GAZUA + Canhões de Guerra

7 (sexta) a partir das 21.00
Lançamento da Revista BÍBLIA e concerto com GAZUA (power trio Punk Rock de Lisboa) e CANHÕES DE GUERRA de Tavira. Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia (nº27 e 28), espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura desde 1996
Programação Março CCA

1 (sábado) a partir das 17.00
Conversa com companheiros do Centro Social Okupado e Autogestionado Casas Viejas (Sevilha)
Concerto Punk Rock ABANDALHADOS (Odemira) ENFRASCADOS (Cascais)
Conversa com companheiros do Centro Social Okupado e Autogestionado Casas Viejas (Sevilha)
Concerto Punk Rock ABANDALHADOS (Odemira) ENFRASCADOS (Cascais)
7 (sexta) a partir das 21.00
Lançamento da Revista BÍBLIA e concerto com GAZUA (power trio Punk Rock de Lisboa)
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia (nº27 e 28), espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura desde 1996
www.revista-biblia.com/
www.myspace.com/gazua
13 (quinta) a partir das 21.00
Concerto PART TIME KILLERS (Punk-Rock melódico da Finlândia)
www.myspace.com/parttimekiller
15 (sábado) a partir das 17.00
Conversa sobre a situação de António Ferreira de Jesus.
http://libertemferreira.no.sapo.pt/
Concerto PAYASOS DOPADOS (punk rock reggae core ska de Badajoz a Évora) + banda a confirmar…noite dentro punk-hardcore-crust dj’s…
Janta vegetariana e bar benefit para projecto editoriais sobre a situação carcerária em Portugal.
www.myspace.com/payasosdopados3
22 (sábado) a partir das 21.00
Concerto ARTIGO 19 (Punk Acústico do Porto) e MÁRIO O TROVADOR (a viola e à voz subversiva de Cascais)
29 (Sábado) a partir das 21.00
Concerto O CÃO (guitarras, batidas, noise e rock de Lisboa) + Drum’n’Bass NSKET (de volta ao Club…)
www.myspace.com/ocao
http://www.badmood.net/
Adiantando… Abril
12 (Sábado) II Festival Anti-Fascista
A partir das 17.00…. apresentação e conversa com o colectivo Acção Anti-Fascista.
E noite adentro concerto com 5 bandas…http://www.accaoantifascista.pt.vu/
23.2.08
Casas Viejas no Sábado dia 1 de Março

Próximo Sábado voltam a Aljustrel para uma conversa, alguns companheiros do Centro Social Okupado e Autogestionado Casas Viejas, de Sevilha.
Uma conversa acerca desta experiência, enquanto durou e o seu mediático despejo. Uma troca de ideias e o que vier mais a dar... é a partir das 17 .00 no Club para aqueles que não aparecem só para os concertos. Depois, para os que ficam (pela janta vegetariana) e para os que sempre aparecem há concerto punk rock de volta com os ABANDALHADOS de Odemira, e pela primeira vez com os ENFRASCADOS.
Sobre Casas Viejas (desalojada em Dezembro último) ver
Sobre Casas Viejas (desalojada em Dezembro último) ver
21.2.08
Concerto Sábado dia 23

Sábado dia 23, aqui por Aljustrel, é Grindcore de estremoz no Club Aljustrelense pelas 22.oo com os EXTREME RETALIATION...
19.2.08
[Indyzine] De novo nas ruas!

Está novamente disponível, depois de um longo período de espera, o indyzine, a publicação em papel do Centro de Media Independente. O projecto já tinha sido iniciado em 2004 e é agora retomado. O objectivo: passar a ter disponível nas ruas os editoriais publicados, para que desta forma possamos ultrapassar a dependência da internet. Como é normal nestas coisas, as actualizações são necessárias, pois pode passar algum tempo entre a sua publicação no site e a saída do indyzine. Sendo assim, o novo indyzine conta com os editoriais já publicados sobre o Despejo do Grémio Lisbonense 2, o caso 4F em Barcelona 1, 2, a expulsão de 21 imigrantes marroquinos 2, o mercado do Bolhão no Porto e a construção de um novo empreendimento turístico na Comporta. Esperamos assim que possa passar de mão em mão com a ambição de que a contrainformação se transforme numa arma de arremesso no nosso dia-a-dia. Descarrega, fotocopia, distribui. Descarrega aqui as duas páginas em A3 INDYZINE1 INDYZINE2
Sexta-Feira 22 de Fevereiro a partir das 20h.

Festa Trashcore contra as prisões e jantar benefit na COSA em setubal. Benefit para projectos editoriais
12.2.08
Próximo Fim de Semana

No Sábado dia 16 - pelas 15 horas - recordamos que no CLUB ALJUSTRELENSE decorrerá uma oficina Prática de informação (entrada livre) "Suporte Básico de Vida - Noções Básicas de Primeiros Socorros" com dois terapeutas de Medicina Tradicional Chinesa.
Nesse Fim de Semana decorrem também actividades no Centro Social da Aldeia das Amoreiras.
9.2.08
Solidariedade com António Ferreira na Holanda

O Anarchist Group Amesterdam (anarcosindiclaista) vai levar a cabo umaacção de solidariedade com António Ferreira no próximo dia 9 de Fevereiro
http://agamsterdam.wordpress.com/2008/02/04/zaterdag-9-februari/
http://agamsterdam.wordpress.com/2008/02/04/zaterdag-9-februari/
8.2.08
Sábado 16 Fevereiro

Divulgação de várias ideias básicas de saúde - A causa das doenças é o mau trato (demasiada actividade e descanso insuficiente produz esgotamento) - Esgotamento é intoxicação (intoxicação e desintoxicação) - Está tudo ligado (o sintoma é um alerta para algo mais profundo) Explanação sucinta do plano de acção do socorrista e noções básicas de primeiros socorros - PAS (proteger, alertar e socorrer) - Alguns casos concretos que poderão ocorrer - Como actuar? e o que poderemos fazer? - Suporte básico de Vida Objectivos: Não se trata de uma acção de formação mas sim de divulgação de informação. Para além de uma sucinta explicação de um visão holística da saúde, os/as presentes irão ser incentivados a pensar como melhor intervir numa situação "extrema" em que uma pessoa se encontra indefesa e a necessitar de ajuda e ou cuidados médicos. Irão simular-se várias situações típicas de quadros de socorrismo, que diariamente se podem encontrar em qualquer parte, onde o interessante será a intervenção com poucos ou nenhuns meios de socorro.
(3h30m)Oficina da responsabilidade de Ricardo Valério e Karine Calligaris, terapeutas de Medicina Tradicional Chinesa.
7.2.08
4.2.08
Morte a tudo o que é Rei!
« Sou pelas greves como sou por todos os métodos de resistência utilizados pelos fracos, pelos oprimidos, em defesa dos seus legítimos interesses (...). O meu ódio maior, a minha mais viva repulsa, dirigem-se aos patrões burgueses que nos exploram e que sem altivez servimos.»
Alfredo Costa, segundo Aquilino Ribeiro (Um Escritor Confessa-se, Lisboa, 1974, p. 361)
«A elaboração do regicídio operou-se fora da nossa presença [dos republicanos] e sem a nossa cumplicidade (...). Não foi pois a revolução que o matou [D.Carlos], mas sim a anarquia.»
João Chagas, político republicano (Subsídios Críticos para a História da Ditadura, Lisboa, 1908, pp. 8-11)
Celebramos, no dia 1 de Fevereiro de 2008, o centenário de um acto glorioso de emancipação social como sempre é a execução de um rei. Os regicidas que, em 1908, levaram a cabo o bem sucedido atentado contra o rei e o príncipe herdeiro –, Alfredo Luís Pereira da Costa, ex-administrador do semanário sindicalista da sua classe profissional, «O Caixeiro», e Manuel dos Reis Buíça, professor do ensino livre –, eram homens de uma consciência social profunda, que os levou a sacrificar a sua vida pela concretização dos seus ideais de liberdade e igualdade social.Para muitos, como Buíça e Costa, a República surgia como uma possibilidade de realizar as aspirações por um mundo livre e igual. Seria também uma forma de acabar com a repressão que pendia sobre o crescente movimento operário e libertário, acabando com as famigeradas leis anti-anarquistas e com as prisões e deportações para África e Timor, de onde poucos voltavam.Mas as esperanças do povo que saiu à rua para implantar a República, em 5 de Outubro de 1910, foram frustradas, quando, instalados no poder, os republicanos se converteram em opressores tão ou ainda mais ferozes que os monárquicos. Por isso, o movimento operário, anarco-sindicalista, cresceu a partir de 1911 contra a República, enfrentando a sua repressão.Hoje, como nestes tempos, os governantes, qualquer que seja a sua cor política, servem sempre os seus interesses e os da máquina capitalista. Só a luta autónoma, auto-organizada e directa pela recuperação do controlo sobre as suas vidas, pode surtir algum efeito contra aqueles que nos oprimem e exploram todos os dias.
HOJE COMO ONTEM, GUERRA A TODOS OS QUE NOS OPRIMEM, MONÁRQUICOS OU REPUBLICANOS, FASCISTAS OU DEMOCRATAS!
@s amig@s de Costa e Buíça »
30.1.08
Próximas actividades do CCA e do Club

Aqui vão algumas dicas para o que vai estando programado acontecer por estes lados...já sabem em Aljustrel no Club Aljustrelense, a cargo do CCA Gonçalves Correia. Apareçam.
01 de Fevereiro (Sexta feira próxima)
Lançamento da revista Bíblia (nº27 e 28)
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia
" A revista Bíblia já leva mais de 10 anos como um espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura. Existe desde Abril de 1996 e lançou até agora 27 números. Neste momento tem periodicidade trimestral e a tiragem é normalmente de 2000 exemplares. Calculamos que estejam distribuídas cerca de 50000 revistas até à data. A revista Bíblia caracteriza-se pela variedade das áreas artísticas que abrange, como a ilustração, desenho, fotografia, pintura, design, banda desenhada, video prints, prosa, conto e poesia. A revista não exclui abordagens à arquitectura, cinema, teatro e música. Pelas páginas da revista, que funciona como espaço de encontro de uma geração, já passaram cerca de 600 colaboradores nacionais e internacionais.”
http://www.revista-biblia.com/
15 de Fevereiro
Concerto regicida
O Cão (a confirmar)
www.myspace.com/ocao
16 de Fevereiro
Oficina Prática de Informação (15.00)
«Suporte Básico de Vida - noções básicas de primeiros socorros»
O Cão (a confirmar)
www.myspace.com/ocao
16 de Fevereiro
Oficina Prática de Informação (15.00)
«Suporte Básico de Vida - noções básicas de primeiros socorros»
Divulgação de várias ideias básicas de saúde - A causa das doenças é o mau trato (demasiada actividade e descanso insuficiente produz esgotamento) - Esgotamento é intoxicação (intoxicação e desintoxicação) - Está tudo ligado (o sintoma é um alerta para algo mais profundo) Explanação sucinta do plano de acção do socorrista e noções básicas de primeiros socorros - PAS (proteger, alertar e socorrer) - Alguns casos concretos que poderão ocorrer - Como actuar? e o que poderemos fazer? - Suporte básico de Vida Objectivos: Não se trata de uma acção de formação mas sim de divulgação de informação. Para além de uma sucinta explicação de um visão holística da saúde, os/as presentes irão ser incentivados a pensar como melhor intervir numa situação "extrema" em que uma pessoa se encontra indefesa e a necessitar de ajuda e ou cuidados médicos. Irão simular-se várias situações típicas de quadros de socorrismo, que diariamente se podem encontrar em qualquer parte, onde o interessante será a intervenção com poucos ou nenhuns meios de socorro. (3h30m)
Oficina da responsabilidade de Ricardo Valério e Karine Calligaris, terapeutas de Medicina Tradicional Chinesa.
23 de Fevereiro (22.00)
Concerto
Extreme Retaliation (Metal de Estremoz)
01 de Março
Conversa e troca de ideias com os companheiros de Sevilha acerca da sua experiência de 6 anos no Centro Social Okupado e Autogestionado de Sevilla, bem como acerca de todo o processo de despejo de que foi alvo.
Segue-se concerto (a confirmar Abandalhados e Pelintras)
15 de Março
Concerto (da Suécia a anunciar...)
29 de Março
II Festival Anti-Fascista Português organizado pelo
MOVIMENTO ANTIFASCISTA PORTUGUÊS
Apresentação e conversa com o colectivo MAP e 5 bandas noite fora...
http://www.accaoantifascista.pt.vu/
29.1.08
Regicidio

Vejam a documentação reunida no site da Associação Republica e Laicidade
A Monarquia Condenada (por Carlos Ferrão)
Em Defesa da Verdade (por Carlos Ferrão)
A Ditadura de João Franco (documentos) O Caçador Simão (por Guerra Junqueiro)
Manuel Buíça e Alfredo Costa – mártires injustiçados (por Carlos Esperança) Carta-testamento de Manuel Buiça
Iconografia (exaustiva) do Atentado (litografias/gravuras)
Em Defesa da Verdade (por Carlos Ferrão)
A Ditadura de João Franco (documentos) O Caçador Simão (por Guerra Junqueiro)
Manuel Buíça e Alfredo Costa – mártires injustiçados (por Carlos Esperança) Carta-testamento de Manuel Buiça
Iconografia (exaustiva) do Atentado (litografias/gravuras)
Manuel dos Reis Buiça e Alfredo Luis da Costa (biografias e fotos) O Atentado de 1 de Fevereiro segundo Aquilino Ribeiro
O Atentado de 1 de Fevereiro segundo D. Manuel II
O Atentado de 1 de Fevereiro segundo D. Manuel II
«Filme do regicídio» (vídeo) [História Aberta]
Mausoléu de Manuel Buíça e Alfredo Costa – o monumento erigido (em 1914) pela Associação do Registo Civil e do Livre Pensamento e mandado desfazer (em 1940) pelo ditador Salazar Romagens à campa de Manuel Buiça e Alfredo Costa (fotos)
27.1.08
Acerca do Regícidio... em Castro Verde

A Câmara Municipal de Castro Verde vai dinamizar um programa evocativo da República, com iniciativas que decorrerão de Janeiro de 2008 a Outubro de 2010, sendo o ponto de partida para a concretização deste programa o primeiro Centenário do Regícidio, que se assinala a 1 de Fevereiro de 2008. Considerado uma etapa fundamental para a implantação da República, a 5 de Outubro de 1910, e um elemento fulcral para a construção do Portugal moderno, o regicídio teve entre os seus mentores, Alfredo Luís da Costa, natural de Casével, motivo pelo qual o concelho de Castro Verde se encontra intrinsecamente ligado à história do acontecimento.
Ao longo dos anos, o 5 de Outubro tem caído no esquecimento e a sua comemoração num vazio quase profundo, desvalorizando-se todo o trabalho de transformação social que a implantação da República trouxe ao Portugal dos princípios do século XX.
É nesta perspectiva que a Câmara Municipal de Castro Verde vai dinamizar um programa evocativo da República, importante do ponto de vista cultural e social, visando a reflexão sobre os acontecimentos em causa e deixando uma marca cultural em torno desta efeméride, com iniciativas que decorrerão de Janeiro de 2008 a Outubro de 2010, data que assinala o Centenário da República. Centenário do Regicídio
31 Janeiro (Quinta-Feira)
Ao longo dos anos, o 5 de Outubro tem caído no esquecimento e a sua comemoração num vazio quase profundo, desvalorizando-se todo o trabalho de transformação social que a implantação da República trouxe ao Portugal dos princípios do século XX.
É nesta perspectiva que a Câmara Municipal de Castro Verde vai dinamizar um programa evocativo da República, importante do ponto de vista cultural e social, visando a reflexão sobre os acontecimentos em causa e deixando uma marca cultural em torno desta efeméride, com iniciativas que decorrerão de Janeiro de 2008 a Outubro de 2010, data que assinala o Centenário da República. Centenário do Regicídio
31 Janeiro (Quinta-Feira)
Inauguração da exposição “O Regicídio visto nos jornais da Europa em 1908”. Praça da República.
Abertura de exposição-venda de livros sobre a temática do Regicídio e da República. Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca.
19h00Conferência “Olhar o Regicídio”, com a participação do Dr. Jorge Morais e do Dr. Luís Vaz, com a moderação da Doutora Alice Samara. Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca. 21h00
1 Fevereiro (Sexta-feira): Lançamento do Livro “Crónica do Regicida Invisível – Alfredo Luís da Costa”, de Paulo Barriga, apresentado pelo Dr. Rui Faustino, da Biblioteca Museu República e Resistência. Fórum Municipal de Castro Verde. 18h30
Abertura da Exposição “República”, da responsabilidade da Biblioteca Museu República e Resistência. Fórum Municipal de Castro Verde. 19h30
2 Fevereiro (Sábado):“A figura de Alfredo Luís Costa”, apresentação de Paulo Barriga. Junta de Freguesia de Casével. 15h00.
Descerramento de placa evocativa de Alfredo Luís da Costa. Participação da Banda Filarmónica 1º de Janeiro. Largo de Casével. 16h00
Descerramento de placa evocativa de Alfredo Luís da Costa. Participação da Banda Filarmónica 1º de Janeiro. Largo de Casével. 16h00
12 Fevereiro (Terça-Feira):Apresentação do Livro “Crónica do Regicida Invisível – Alfredo Luís da Costa”. Biblioteca Museu República e Resistência, Lisboa. 18h00
15 Fevereiro (Sexta-Feira):Apresentação do livro: “1908: Um Olhar sobre o Regicídio”, da responsabilidade da Professora Margarida Ramalhães Ramalho. Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca. 21h30.
16 Fevereiro (Sábado):Canções anarquistas com Vitorino Salomé. Cine-Teatro Municipal de Castro Verde. 21h30
Dia 1 Festa da Biblía!!!

Festa de Lançamento da revista Bíblia (nº27 e 28) em Aljustrel
Apresentação e leitura de textos da Revista Bíblia
" A revista Bíblia já leva mais de 10 anos como um espaço de experimentação nas tendências contemporâneas das artes visuais e da literatura. Existe desde Abril de 1996 e lançou até agora 27 números. Neste momento tem periodicidade trimestral e a tiragem é normalmente de 2000 exemplares. Calculamos que estejam distribuídas cerca de 50000 revistas até à data. A revista Bíblia caracteriza-se pela variedade das áreas artísticas que abrange, como a ilustração, desenho, fotografia, pintura, design, banda desenhada, video prints, prosa, conto e poesia. A revista não exclui abordagens à arquitectura, cinema, teatro e música. Pelas páginas da revista, que funciona como espaço de encontro de uma geração, já passaram cerca de 600 colaboradores nacionais e internacionais.”
http://www.revista-biblia.com/
19.1.08
26 de Janeiro

pelas 17.00 Conversa
"Partes de uma cidade em Partes. Reflexão sobre a importância do espaço público participado no espaço urbano fragmentado"
por Patricia Colucas
Janta Vegetariana
Concerto
My Rules (lisboa) e Deeds of Sanity (Beja)
14.1.08
Recordar o 18 de Janeiro de 1934

Na próxima Sexta-feira, dia 18/1, recordemos a revolta operária de 18 de Janeiro de 1934.
No Porto no Terra Viva, na Rua dos Caldeireiros, 213 PORTO (perto da torre dos clérigos) avança com um Debate organizado pelo Círculo de Estudos Sociais Libertários /Terra Viva!AES - em colaboração com o Movimento Cívico "NÃO APAGUEM A MEMÓRIA" e no dia seguinte, sábado, às 17h30 no ESPAÇO MUSAS (Rua do Bonjardim, 998 - Porto)o Círculo Anarquista Libertário do Porto organisa uma Conversa e Jantar sob o nome de "A insurreição de 18 de Janeiro: Cercados e perseguidos".
Mais aqui a Sul, em SINES, a autarquia inaugura a "Exposição documental. O 18 de Janeiro de 1934 - No País e em Sines" que fica até 3 de Março no Centro de Artes de Sines. Em 1934, nessa "vila onde se destacam as fábricas, as oficinas, a pesca, a agricultura e alguns serviços, a greve durou um dia, mas registou uma adesão em massa, embora pacífica. Entre os organizadores encontram-se artesãos, pedreiros e trabalhadores. Outros grupos são os dos carpinteiros, pintores, trabalhadores rurais, operários das várias fábricas corticeiras e de conservas de peixe, padeiros, barbeiros, comerciantes." Na inauguração da exposição, pelas 18.00 de sexta-feira, realiza-se uma conversa com o coordenador da URAP - União de Resistentes Antifascistas Portugueses, Aurélio Santos, e o sineense Américo Leal, que dá conta dos eventos de Sines no seu livro “Testemunhos” (2001).
PORTO:
Não é de mais ainda aconselhar a leitura da obra de Fátima Patriarca "Sindicatos contra Salazar. A Revolta do 18 de Janeiro de 1934" (Imprensa de CiênciasSociais, 2000) de que deixamos aqui parte da resenha que mereceu na Análise Social por Henrique N. Rodrigues:
(…) 1.º Não tem qualquer sentido reconduzir o 18 de Janeiro à Marinha Grande. Fica mais do que demonstrado que a versão oficial (interesseira, por natureza) e a versão do Partido Comunista (também obviamente interesseira) — ao prestarem destaque quase único à Marinha Grande, aos vidreiros e à liderança comunista não logram comprovativo na realidade dos factos.
2.º Ganha sentido, sim, «recolocar» o 18 de Janeiro na sua dimensão histórica exacta: um movimento operário insurreccional, que visava a reconquista das liberdades sindicais, a par do derrube do regime do Estado Novo.
3.º Neste contexto, a Marinha Grande é um episódio «mediático» (assim o diríamos na linguagem corrente), porque envolve uma ocupação da vila pelos revoltosos — ainda que de duração muito curta —, o assalto aos correios e a rendição da GNR. Sobretudo esta é, de facto,
paradigmática. Mas não há greve, não houve «soviete» nem içar de bandeira vermelha nos Paços do Concelho.
2.º Ganha sentido, sim, «recolocar» o 18 de Janeiro na sua dimensão histórica exacta: um movimento operário insurreccional, que visava a reconquista das liberdades sindicais, a par do derrube do regime do Estado Novo.
3.º Neste contexto, a Marinha Grande é um episódio «mediático» (assim o diríamos na linguagem corrente), porque envolve uma ocupação da vila pelos revoltosos — ainda que de duração muito curta —, o assalto aos correios e a rendição da GNR. Sobretudo esta é, de facto,
paradigmática. Mas não há greve, não houve «soviete» nem içar de bandeira vermelha nos Paços do Concelho.
4.º O episódio da Marinha Grande é, por outro lado, reposto quanto à autoria do seu comando: se é verdade que a CIS e o PC têm peso significativo na direcção do Sindicato Nacional dos Vidreiros, não é menos verdade que se comprova a participação empenhada da CGT e
de trabalhadores de outras correntes político-sindicais.
5.º Fica igualmente comprovado que o movimento operário insurreccional, de que expressões concretas vão ter lugar para além da Marinha Grande, se gera e desenvolve com oconcurso das duas principais correntes sindicais — a anarquista e a comunista — e com o envolvimento dos sindicalistas socialistas ( a Federação das Associações Operárias) e da corrente sindicalautónoma (COSA — Comité das Organizações Sindicais Autónomas).
de trabalhadores de outras correntes político-sindicais.
5.º Fica igualmente comprovado que o movimento operário insurreccional, de que expressões concretas vão ter lugar para além da Marinha Grande, se gera e desenvolve com oconcurso das duas principais correntes sindicais — a anarquista e a comunista — e com o envolvimento dos sindicalistas socialistas ( a Federação das Associações Operárias) e da corrente sindicalautónoma (COSA — Comité das Organizações Sindicais Autónomas).
6.º Fátima Patriarca descreve bem os entendimentos e desentendimentos surgidos entre estas várias correntes e clarifica melhor o seu peso respectivo. É indubitável que a CGT e a corrente sindical anarquista tiveram, neste processo, uma influência marcante. Isto não elimina o papel dos comunistas — que não pode ser esquecido ou menorizado —, mas repõe a verdade essencial: e essa é a do contributo das várias tendências sindicais (anarquista, comunista, socialista e a dos autónomos), segundo os factos que conseguiu demonstrar.
Não me parece que seja muito importante, hoje, «contar espingardas», ou seja, procurar apurar se os anarquistas foram mais decisivos do que os comunistas, ou se os socialistas ou os autónomos não tiveram significado relevante. Houve uma convergência de esforços, emergiu uma implicação de todos — mesmo que não tenha ocorrido uma unidade estratégica, organizativa, táctica, como parece evidente pela comprovação dos desencontros, pelas falhas de articulação, pelas recriminações que, «antes e depois», choveram de uma banda e de outra, em recíprocas acusações.
7.º Neste contexto, importaria retirar a conclusão de que o «18 de Janeiro» merece ser comemorado, doravante, não apenas na Marinha Grande, como tem sido tradicional, mas também em Silves, em Sines, em Almada, zonas onde a «história que se fez» deixou na tumba as ocorrências — essas, sim, muito significativas — do que ali se passou; mas onde a «históriaque hoje rompe novos véus» já permite, sem margem para dúvidas, reconhecer que o «18 de Janeiro» é ali que conquista contornos historicamente mais iluminantes. Em suma, Silves, Sines, Almada, precisam de ser «transladadas» da campa rasa em que as colocaram para o «panteão» do verdadeiro «18 de Janeiro».
http://www.ics.ul.pt/publicacoes/analisesocial/recensoes/rec162/henriquerodrigues.pdf
Não me parece que seja muito importante, hoje, «contar espingardas», ou seja, procurar apurar se os anarquistas foram mais decisivos do que os comunistas, ou se os socialistas ou os autónomos não tiveram significado relevante. Houve uma convergência de esforços, emergiu uma implicação de todos — mesmo que não tenha ocorrido uma unidade estratégica, organizativa, táctica, como parece evidente pela comprovação dos desencontros, pelas falhas de articulação, pelas recriminações que, «antes e depois», choveram de uma banda e de outra, em recíprocas acusações.
7.º Neste contexto, importaria retirar a conclusão de que o «18 de Janeiro» merece ser comemorado, doravante, não apenas na Marinha Grande, como tem sido tradicional, mas também em Silves, em Sines, em Almada, zonas onde a «história que se fez» deixou na tumba as ocorrências — essas, sim, muito significativas — do que ali se passou; mas onde a «históriaque hoje rompe novos véus» já permite, sem margem para dúvidas, reconhecer que o «18 de Janeiro» é ali que conquista contornos historicamente mais iluminantes. Em suma, Silves, Sines, Almada, precisam de ser «transladadas» da campa rasa em que as colocaram para o «panteão» do verdadeiro «18 de Janeiro».
http://www.ics.ul.pt/publicacoes/analisesocial/recensoes/rec162/henriquerodrigues.pdf
2.1.08
18.12.07
Lançamento da revista Húmus nº 4
Convívio e debate em torno desta publicação libertária Dia 22 de Dezembro – Sábado - 16 horas no Centro de Cultura Libertária Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto – Cacilhas – Almada http://www.culturalibertaria.blogspot.com/
Editorial do Húmus nº 4
Um período mais longo do que o habitual separou o lançamento deste quarto número da revista Húmus em relação ao seu predecessor. Felizmente, este espaço de tempo foi relativamente abundante em acontecimentos e projectos que apostaram em romper com o habitual marasmo conformista deste país em que a contestação fora dos limites estabelecidos e dos enquadramentos institucionais acaba quase sempre por parecer aos olhos de muitos como algo de exótico. Na tarde de 25 de Abril, precisamente quando o tradicional e rotineiro desfile comemorativo acabava de percorrer a Avenida da Liberdade, arrancou da Praça da Figueira uma manifestação antiautoritária, antifascista e anticapitalista, composta por cerca de cinco centenas de pessoas determinadas em fazer da Liberdade algo mais do que um nome de avenida, contra o domínio do Estado e do Capital sobre as nossas vidas e contra a crescente presença da extrema-direita na sociedade. Após o término do percurso do protesto no Largo de Camões, um grupo de centena e meia de manifestantes, que resolveu prolongar a manifestação, foi cercado e atacado pela polícia na Rua do Carmo, tendo resultado deste confronto vários feridos e onze detidos. Ainda no dia 29 desse mesmo mês de Abril foi ocupado em Coimbra um edifício pertencente aos antigos hospitais da universidade. O objectivo dos ocupantes era “a criação de um espaço diferente, de debate e convivência num ambiente anti-capitalista e anti-autoritário”. O projecto durou até ao dia 11 de Julho, quando o edifício foi desocupado pela polícia. No início de Junho, enquanto se realizava na Alemanha a cimeira do G8, também em território português várias iniciativas marcaram os protestos contra os poderosos deste mundo. Em Abril, em Aljustrel, e em Julho, no Porto, libertários de várias proveniências reuniram-se para debater e encontrar formas de superar os problemas de comunicação e união no “movimento” libertário. Foi mais um passo, não menos importante que outros que continuam a ter lugar, no sentido de criar lugares de debate entre anarquistas, que possibilitem uma maior comunicação e a criação de possibilidades de convergência na acção. Em Agosto, a acção do movimento “Verde Eufémia” contra os Organismos Geneticamente Modificados, através da destruição de um hectare de uma plantação de milho transgénico em Silves, interrompeu a calmaria do Verão, enfurecendo os defensores da propriedade privada e da “liberdade” de negociar à custa da biodiversidade e da saúde das pessoas. Em Outubro, a COSA – casa ocupada em Setúbal –, comemorou os seus sete anos de resistência com um programa vasto que incluiu, entre outras iniciativas, debates, emissões contínuas de rádio e mesmo um percurso pela memória anarquista da cidade de Setúbal. A manifestação de 25 de Abril e o episódio da ceifa de Silves seguiram-se de um alucinante circo mediático armado em torno dos mesmos. No primeiro caso, o total desconhecimento dos media em relação a quem eram e ao que movia os manifestantes deu lugar à invenção da notícia e a uma posterior “caça ao anarquista” em busca de matéria para escrever artigos sensacionalistas. Já no segundo caso, o movimento “Verde Eufémia” tentou servir-se dos media para veicular a sua causa, anunciando previamente aos mesmos a sua acção. As imagens da acção, repetidamente veiculadas por noticiários televisivos e por jornais, suscitaram uma reacção massiva dos escribas e porta-vozes do “Estado de Direito democrático” contra a violação da propriedade privada. Concluindo, o tratamento mediático dado a ambos os acontecimentos enquadrou-se maioritariamente na já frequente lógica de criminalização, folclorização e, assim, tentativa de isolamento dos contestatários, reconfirmando as limitações (ou impossibilidade?) das estratégias de utilização dos media por movimentos sociais que escapem às lógicas de participação-integração-neutralização democráticas. Neste contexto de totalitarismo democrático-capitalista, em que qualquer acção de contestação é rapidamente classificada pelos aparelhos mediático-policiais como perturbadora da “ordem pública”, logo “anti-democrática”, é de saudar o aparecimento de cada vez mais projectos de informação alternativa. Tão só nos meios libertários assistimos ao aparecimento de publicações impressas como o Pica Miolos, o Alambique e o Motim e de projectos como a Rádio Libertária on-line, para além dos inúmeros blogs e sites contra-informativos que vão povoando a Internet. O cenário editorial libertário é hoje mais fértil do que quando, há cerca de ano e meio, arrancámos com o projecto da revista Húmus. E, se de nós depender, esta tendência continuará a aprofundar-se.
Editorial do Húmus nº 4
Um período mais longo do que o habitual separou o lançamento deste quarto número da revista Húmus em relação ao seu predecessor. Felizmente, este espaço de tempo foi relativamente abundante em acontecimentos e projectos que apostaram em romper com o habitual marasmo conformista deste país em que a contestação fora dos limites estabelecidos e dos enquadramentos institucionais acaba quase sempre por parecer aos olhos de muitos como algo de exótico. Na tarde de 25 de Abril, precisamente quando o tradicional e rotineiro desfile comemorativo acabava de percorrer a Avenida da Liberdade, arrancou da Praça da Figueira uma manifestação antiautoritária, antifascista e anticapitalista, composta por cerca de cinco centenas de pessoas determinadas em fazer da Liberdade algo mais do que um nome de avenida, contra o domínio do Estado e do Capital sobre as nossas vidas e contra a crescente presença da extrema-direita na sociedade. Após o término do percurso do protesto no Largo de Camões, um grupo de centena e meia de manifestantes, que resolveu prolongar a manifestação, foi cercado e atacado pela polícia na Rua do Carmo, tendo resultado deste confronto vários feridos e onze detidos. Ainda no dia 29 desse mesmo mês de Abril foi ocupado em Coimbra um edifício pertencente aos antigos hospitais da universidade. O objectivo dos ocupantes era “a criação de um espaço diferente, de debate e convivência num ambiente anti-capitalista e anti-autoritário”. O projecto durou até ao dia 11 de Julho, quando o edifício foi desocupado pela polícia. No início de Junho, enquanto se realizava na Alemanha a cimeira do G8, também em território português várias iniciativas marcaram os protestos contra os poderosos deste mundo. Em Abril, em Aljustrel, e em Julho, no Porto, libertários de várias proveniências reuniram-se para debater e encontrar formas de superar os problemas de comunicação e união no “movimento” libertário. Foi mais um passo, não menos importante que outros que continuam a ter lugar, no sentido de criar lugares de debate entre anarquistas, que possibilitem uma maior comunicação e a criação de possibilidades de convergência na acção. Em Agosto, a acção do movimento “Verde Eufémia” contra os Organismos Geneticamente Modificados, através da destruição de um hectare de uma plantação de milho transgénico em Silves, interrompeu a calmaria do Verão, enfurecendo os defensores da propriedade privada e da “liberdade” de negociar à custa da biodiversidade e da saúde das pessoas. Em Outubro, a COSA – casa ocupada em Setúbal –, comemorou os seus sete anos de resistência com um programa vasto que incluiu, entre outras iniciativas, debates, emissões contínuas de rádio e mesmo um percurso pela memória anarquista da cidade de Setúbal. A manifestação de 25 de Abril e o episódio da ceifa de Silves seguiram-se de um alucinante circo mediático armado em torno dos mesmos. No primeiro caso, o total desconhecimento dos media em relação a quem eram e ao que movia os manifestantes deu lugar à invenção da notícia e a uma posterior “caça ao anarquista” em busca de matéria para escrever artigos sensacionalistas. Já no segundo caso, o movimento “Verde Eufémia” tentou servir-se dos media para veicular a sua causa, anunciando previamente aos mesmos a sua acção. As imagens da acção, repetidamente veiculadas por noticiários televisivos e por jornais, suscitaram uma reacção massiva dos escribas e porta-vozes do “Estado de Direito democrático” contra a violação da propriedade privada. Concluindo, o tratamento mediático dado a ambos os acontecimentos enquadrou-se maioritariamente na já frequente lógica de criminalização, folclorização e, assim, tentativa de isolamento dos contestatários, reconfirmando as limitações (ou impossibilidade?) das estratégias de utilização dos media por movimentos sociais que escapem às lógicas de participação-integração-neutralização democráticas. Neste contexto de totalitarismo democrático-capitalista, em que qualquer acção de contestação é rapidamente classificada pelos aparelhos mediático-policiais como perturbadora da “ordem pública”, logo “anti-democrática”, é de saudar o aparecimento de cada vez mais projectos de informação alternativa. Tão só nos meios libertários assistimos ao aparecimento de publicações impressas como o Pica Miolos, o Alambique e o Motim e de projectos como a Rádio Libertária on-line, para além dos inúmeros blogs e sites contra-informativos que vão povoando a Internet. O cenário editorial libertário é hoje mais fértil do que quando, há cerca de ano e meio, arrancámos com o projecto da revista Húmus. E, se de nós depender, esta tendência continuará a aprofundar-se.
Solidariedade com Atenco

No próximo dia 17 de Dezembro (segunda-feira) uma delegação da 'Frente de Pueblos en Defensa de la Tierra' (México) vai estar na cidade do Porto, para uma palestra sobre o brutal genocídio praticado pelo governo mexicano em 2006 naquela cidade. Os membros da FPDT receberam em Espanha no passado dia 10, o 'Prémio de Direitos Humanos del Ayuntamiento de Pola de Siero', Asturias. A anteceder esta visita, vai ser promovida uma sessão de divulgação e angariação de fundos no JUP (para custear as despesas da deslocação). Será projectado um video que ilustra muito bem o que aconteceu em Atenco! PROGRAMA: QUINTA-FEIRA - dia 13 22.30H. JUP-Jornal Universitário do Porto - Rua Miguel Bombarda, 187 - projecção do documentário 'Atenco-Romper el Cerco' - exposição 'Atenco Libre' - petiscos mexicanos vgt para aguçar o apetite! SEGUNDA-FEIRA - dia 17 21.30H. Associação Terra Viva, Rua dos Caldeireiros, 213 (junto à Torre dos Clérigos) - VISITA/PALESTRA de Delegação da FPDT-Frente de Pueblos en Defensa de la Tierra. Ambas as iniciativas têm entrada livre. Espero que possam fazer circular esta informação pelos vossos contactos e aproveito para vos convidar a estar presentes nesta acção de solidariedade com o povo de Atenco. Podem trazer desenhos ou pequenas mensagens de incentivo, que depois faremos chegar às muitas pessoas que ainda se encontram detidas no México. mais informações aqui: www.geocities.com/atencoresiste/
4.12.07
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